segunda-feira, 31 de outubro de 2011

VISITA AO MUNDO ESPIRITUAL




BIBLIOGRAFIA: ( além da bibliografia básica)
Prática Pedagógica na Evangelização (vol. 2)



OBJETIVO:
  • A criança deverá compreender que o intercâmbio entre os encarnados e desencarnados acontece de forma natural e freqüente.
DESENVOLVIMENTO:
Apresentar um personagem e contar para as crianças uma história onde este personagem sonha e vai até ao Mundo Espiritual.
Utilizar o fantoche de saquinho de papel para contar a história.
Cada criança deverá ao final confeccionar seu personagem com saquinhos de papel.
Fantoche:
  1. 02 sacos de papel: 1 maior de papel pardo; outro menor de papel branco.
  2. Barbante;
  3. Cola;
  4. Hidrocor;
  5. Lã;
  6. Etc...
  • Desenhar um rosto no saquinho de papel pardo (pinta- lo com hidrocor, fazer os cabelos com lã, etc...
  • Reproduzir o mesmo rosto no saquinho branco;
  • Ligar os dois saquinhos com um fio ( +/- longo) de barbante;
  • Colocar o saquinho branco na mão e sobre ele o saquinho de papel pardo.
Ir contando a história, quando o personagem dormir ele deve se desprender do corpo físico: o saquinho de papel pardo fica deitado e o de papel branco irá fazer um passeio pelo mundo espritual (aproveitar as maquetes), onde irá aproveitar o momento para se informar e aprender vários ensinamentos.
Sempre ligados pelo barbante – o cordão fluídico.
Conversar sobre o sonho.
  • Quem já sonhou?
  • Vocês se lembram dos sonhos?
  • Já sonharam com alguém de quem vocês gostavam muito e que já desencarnou?
Vamos falar um pouco sobre os sonhos:
  • deixar as crianças contarem suas impressões.
Deixar que cada criança confeccione seu personagem com os dois saquinhos e o leve para casa.
Desencarnação



A morte  não deve teme-lá, ela é conseqüência natural de uma encarnação que chega ao final.

Confeccionar a lagarta, a borboleta, o casulo e os galhos de uma árvore.

BIBLIOGRAFIA ( além da bibliografia básic a) Prática Pedagógica na Evangelização (vol. 2)
A Vovó sabe tudo – tema: A Morte - Editora Espírita Cristã Fonte Viva

OBJETIVO:
Levar a criança a compreender o que é a morte e que não deve teme- la, ela é conseqüência natural de uma encarnação que chega ao final.

DESENVOLVIMENTO:

Contar a história do livro A Vovó sabe tudo – tema: A Morte
Para dar maior dinamismo à história e fazer com que as crianças se envolvam mais, confec cionar a lagarta, a borboleta, o casulo e os galhos de uma árvore, para contar como acontece a metamorfose.
** Mostrar as transformações da lagarta em borboleta, relacionando a libertação da borboleta ao sair do casulo, ao Espírito que deixa o corpo na desencarnação.
História: A vovó sabe tudo.
I - BRINCANDO E APRENDENDO
Vovó Esmeralda tricotava, enquanto, por cima dos óculos, cuidava de seusnetinhos que brincavam na redondeza.
Depois de certo tempo, cansados de brincar cada um por si, os meninos vieramassentar perto de Paula, que lia poesias.
Conversa vai, conversa vem, Paula contou que a poesia que acabara de ler dizia que nascer e morrer são acontecimentos da vida.
Este assunto deixou Luizinho arrepiado que até pedira:
_ Não fale em morte! Eu tenho medo.
_ Mas o que é a morte? Perguntou Roberto com ares de intelectual.
_ Não sei explicar. Disse Paula.
_ Nem eu. Complementou Luizinho.
_ Acho melhor a gente perguntar à vovó...
_ Vamos, a vovó sabe tudo! Concordaram todos.
II - CONVERSANDO COM A VOVÓ
Um após o outro, seguiram até o banco onde vovó os observava.
Tão logo chegaram, vovó Esmeralda perguntou com a sabedoria de quem já viveu muito:
_ O que houve crianças? O que está perturbando vocês?
_ Estou com medo, vovó! Respondeu Luizinho.
_ Medo de que? Perguntou vovó Esmeralda.
Antes que Luizinho respondesse, Paula explicou:
_ Estou lendo uma poesia que diz que nascer e morrer são fatos naturais davida, aí Luizinho ficou com medo e o Roberto quis saber o que é morte, mas nós não soubemos explicar.
_ Então viemos lhe perguntar. Completou Roberto.
Aparentando indiferença às preocupações das crianças, vovó Esmeralda olhouem volta como se procurasse alguma coisa no jardim.
Continuou em silêncio até que seus olhos brilharam quando encontrou o queprocurava.
III - A PASSAGEM
_ Meus queridinhos, olhem que beleza aquela flor! Vejam , continuou a vovó,aquela borboleta como é linda. Observem como a vida está presente por todosos lados. Olhem...
_ Vovó, acho que a senhora não entendeu a nossa pergunta. Atalhou Paula,interrompendo a fala da vovó.
_ Nós queremos saber é o que é a morte.
Vovó Esmeralda com paciência e serenidade de que lhe eram peculiares,respondeu carinhosamente:
_ Meus queridos, não há motivos para vocês se preocuparem tanto assim comesse assunto. Deus, que é Pai bondoso, não permitiria que nos acontecessecoisa ruim. A morte é uma passagem desta vida física para a vida espiritual.
_ Como assim vovó? Quis saber Luizinho que não entendeu bem esta coisa defísico-espiritual.
_ Mas vovó, é verdade que todos...que todos nós vamos morrer? PerguntouRoberto preocupado.
IV - A BORBOLETA
_ Sim, isto é verdade, respondeu vovó Esmeralda. Mas só o corpo morre, e ele é uma sala de aula para o espírito.
_ Como assim?
_ Vejamos a borboleta. Ela passa por vários corpos durante a sua vida para dar o seu vôo majestoso.
_ Vocês conhecem as transformações da borboleta? perguntou a bondosaEsmeralda.
_ Não!Deve ser legal. Conta prá nós vovó. Conta, insistiu Luizinho.
_ A borboleta - diz vovó - nasce inicialmente de um pequeno ovo, a futura
borboleta ensaia seus movimentados no desajeitado e irrequieto corpo de umalarva.
V - O SONO PROFUNDO
Treinada nos movimentos, ensaia os passos no corpo, agora transformado, dacomilona lagarta.
É hora do sono profundo...
A lagarta, tem dentro de si a futura borboleta. Ela sabe que precisa dormir para a grande transformação. Caminha silenciosa ao local onde deve adormecer. Deixa de ser comilona. Pára, se enrosca e se transforma num casulo, aparentemente sem vida. Morre para o mundo...
Vovó fez uma pequena pausa.
_ E aí vovó? Ela morreu mesmo? Pergunta Paula curiosa.
VI - A METAMORFOSE
_ Não, querida. Sorriu e completou a vovó : É como se ela estivesse trocando de roupas.
Passados alguns dias, depois de várias transformações, nasce do casulo inertea borboleta de extraordinária beleza.
Trêmula, inibida, encara o mesmo mundo em que vivera antes, como se nunca otivesse conhecido.
Ensaia os primeiros movimentos com suas lindas asas. Voa , voa... Olha de cima, o solo em que antes rastejava com seu pesado corpo de lagarta. É a beleza da vida superando a morte...
_ Então morrer é isso vovó? pergunta Roberto.
_ Meus queridos, a metamorfose da borboleta serve apenas para ilustrar o que a vovó quer explicar. Conosco acontece uma transformação parecida apenas.
_ Como assim vovó? Quis saber Luizinho.
_ A nossa vida também continua, independentemente do corpo, que é como ocasulo da borboleta. Deixamos para trás ao morrermos, mas seguimos com onosso ser espiritual, a nossa alma, o nosso ser que é imortal...
Continuamos a ser nós mesmos, com nossos pensamentos, nossa personalidade e gostos. A vida não cessa com a morte. A morte é como se fosse uma troca de roupas, assim como a borboleta trocou de corpo.
_ Entenderam? perguntou a vovó.
_ Quase tudo! Responderam todos.
Vovó Esmeralda sorriu um sorriso de quem já viveu muito , de quem é pacientee sabe que vai ter tempo para ensinar e aprender muito mais...
( Morelli, Jaci. in: A Vovó Sabe Tudo. Tema : A morte. Edição Editora
Espírita Cristã Fonte Viva. Obra classificada em 2o lugar no I Concurso de Literatura Infantil da AME/BH - publicação devidamente autorizada por editora Fonte Viva)


APÓSTOLOS OU DISCÍPULOS




Quando você quer brincar em casa, na escola ou na rua, como escolhe seus amiguinhos?
* Quando vamos realizar algo, nos unimos a pessoas que pensam como nós.
         Assim aconteceu, na história que narraremos em seguida, quando Jesus escolheu os seus discípulos, ou seja, aqueles que seguiam as suas idéias

A ESCOLHA DOS DISCÍPULOS"
        Uma espreguiçadeira forrada com alvo lençol e uma confortável almofada abrigavam o homem adormecido.
Sua cabecinha branca, seu rosto sereno, seus olhinhos cerrados pelo sono ... que coisa tão linda!
        Foi assim que o rapazola esguio, recém-entrado na adolescência , encontrou seu avô, repousando na varanda repleta de samambaias.  Emocionado, curvou-se e beijou-o docemente.
        - Ângelo, meu querido, já de volta?
        - Vovô Carlindo ... desculpe-me, não tinha intenção de acordá-lo.
        - Não se aborreça, filho. Na minha idade, o sono já não é tão profundo. Fica-se ronronando como os gatinhos ... O que o intriga desta vez?
        - Nada de tão grave, vovozinho ... apenas estou com um dilema:  como o senhor sabe, eu tenho uma infinidade de amigos que me são muito caros e estou achando difícil selecionar entre eles os que devam vir em minha casa, sair em minha companhia, enfim, fazer parte do meu cotidiano.
        - Ora, querido, vou contar-lhe como Jesus escolheu seus discípulos. Acho que isso vai ajudá-lo. E o velhinho começou:
        - Ele tinha bom senso; procurou escolher, dentre a multidão que o acompanhava por toda parte, os verdadeiramente entusiasmados pelas suas idéias, aqueles seguidores fiéis, que seriam capazes de conduzir os outros homens, tal como o pastor que sabe guiar as suas ovelhas pelos lugares mais seguros, onde elas ficariam abrigadas e felizes.
        Desse modo, Jesus começou a fazer convites. Passando pelo Mar da Galiléia, chamou os dois irmãos: Simão (que Ele chamou de Pedro) e André, que eram pescadores.
        Prosseguindo, encontrou outros dois irmãos: Tiago e João, que também foram convidados. E assim, Jesus continuou até convidar doze homens, que Ele sabiam seriam capazes de levar sua mensagem por todo o território da Judéia.
        Esses homens, seus discípulos, chamados, mais tarde, apóstolos, foram os seguintes: Simão Pedro, Tiago, João, André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago (filho de Alfeu), Simão e Judas Iscariotes.
        Eram as pessoas certas; Jesus sabia que com eles a sua doutrina amorosa não seria perdida e ficaria sempre entre os homens.
        O vovô terminou aí. Ângelo comentou:
        - Essa história, vovô, mostra-me a seguinte verdade:  devo selecionar, para conviverem comigo, os amigos cujos hábitos de vida, desejos e sonhos mais se assemelhem com os meus.  Como o Mestre Jesus percebi que deverei escolhê-los, usando o mesmo critério de amor e justiça com que Ele escolheu os seus discípulos.
                                                                Rosenir Teixeira Pereira


·         Qual era a preocupação de Ângelo?
·          Como vovô Carlindo ajudou o menino a resolver o problema?
·          Como eram os homens escolhidos por Jesus?
·          Por que Jesus escolheu homens que pensavam como Ele?
Como devemos escolher nossos amigos e amizades no mundo de hoje ?
NEFA 2004





quinta-feira, 27 de outubro de 2011


O AMOR É....










MEIOS DE COMUNICAÇÃO

OBJETIVO:
Identificar as conseqüências das nossas palavras e das mensagens transmitidas para
 a sociedade.

Apresentar a figura 1.


Contar que Maria caiu e feriu bastante o joelho no chão de terra. Ela está conversando
com duas amiguinhas:
Renata- Maria, é necessário lavar o machucado com água e sabão para tirar toda a terra.
Maria- não quero! Não quero! Vai arder muito!
Renata- arde só um pouquinho...mas logo passa. Eu vou ajudar você.
Lili- coitadinha! Ela não quer lavar... deixa assim mesmo! Ela vai ficar boa...
Maria- é isso mesmo! Não vou lavar para não arder.
Três dias depois o joelho de Maria estava muito inchado e inflamado.
Conversar com o grupo, explicando que podemos ajudar, encorajar, como Renata
 tentou fazer ou podemos desanimar e até prejudicar, como fez Lili, mesmo sem
querer.
Dizer que:
-devemos pensar antes de falar para não prejudicar ou magoar os outros.
-só devemos falar o que é verdadeiro e bom.

Levar os fantoches de dedo (figura2) e distribuir para as crianças, apresentando
 as Boquinhas da paz, e explicar o jogo “Boquinha da Paz”:


O evangelizador deverá dizer frases que expressem
 Bom ou Mau uso da fala, como por exemplo:

Vou ajudar você a arrumar o seu quarto
Não quero sentar perto de você porque é muito 
feio (gordo, magro, etc.)
Muito obrigado pelo presente que você me deu.
Vou falar uma mentira para mamãe.
Por favor, posso brincar um pouco com a sua boneca?
Não! A boneca é só minha, etc...

A cada frase, uma criança deverá abrir ou fechar
 a “boquinha da paz”, conforme a frase deva
ou não ser falada
(critério de bondade e verdade).

http://peloscaminhosdaevangelizacao.blogspot.com/

Reciclando Para Ser Feliz

Instrumentos Musicais de Sucata

CHOCALHO - reciclagem



Extraído da Revista do Professor Sassá


Extraído da Revista do Professor Sassá

Extraído da Revista do Professor Sassá


Extraído da Revista do Professor Sassá


Extraído da Revista do Professor Sassá

BONGO - reciclagem


Fonte: minieco.co.uk


Você vai precisar de: 

 Latas limpas 
 Arroz / lentilhas 
Balões 
Elástico
1. Comece por colocar um pequeno punhado de arroz ou lentilhas em uma lata vazia. POR FAVOR certifique-se a lata tem bordas lisas (você pode comprar abridores de lata que abre latas sem deixar uma ponta afiada).
2. Corte a extremidade fora do balão e simplesmente esticar mais o fim do estanho.
3. Fixe o balão com um elástico e pronto!


CHOCALHO (RECICLAGEM/SUCATA)



Estes eu fiz para os alunos tocarem na aula. Feito de rolinho de papel higiênico, encapado com EVA. Dentro coloquei arroz para fazer barulho, pode colocar também feijão. Depois tampei com EVA e pronto! O passo a passo está embaixo.


Fiz três maiores para nós. Foi feito com o rolo de dentro daqueles plásticos para cozinha, ele é feito de papelão bem resistente. Dentro coloquei feijão.


O importante é fazer barulho, e fazer barulho com essas belezuras é melhor ainda!!! 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Caixinha de beijos



Certo dia um homem chegou em casa e ficou irritado com sua filha de três anos.
Ela havia apanhado um rolo de papel de presente dourado e literalmente desperdiçada fazendo um embrulho.
Como o dinheiro andava curto e o papel muito caro,ele não poupou recriminações para a garotinha, que ficou triste e chorou.
Naquela noite o pai descobriu num canto da sala, um embrulho dourado não muito bem feito.
Na manhã seguinte, logo que despertou, a menina correu para ele com o embrulho nas mãos, abraçou forte seu pescoço, encheu seu rosto de beijos e lhe entregou o presente.
-Isto é para você, paizinho! Foi o que ela disse.
Ele sentiu-se muito envergonhado com sua furiosa reação do dia anterior. Mas logo que abriu o embrulho, voltou a explodir. Era uma caixinha vazia. Gritou para filha:
-Você não sabe quando se da um presente à alguém a gente coloca alguma coisa dentro da caixa.
A criança olhou para ele, com os olhos cheios de lágrimas e disse:
-Mas papai, a caixinha não esta vazia.EU SOPREI BEIJOS DENTRO DELA. Todos são só para você, papai.
O pai quase morreu de vergonha. Abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou o caixa dourada ao lado de sua cama por anos. Sempre que se sentia triste, chateado, deprimido ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali!
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em Power Point

http://www.slideshare.net/jairowildgen/caixinha-de-beijos