terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Natal - Ponteira de Lápis

PONTEIRA  DE LÁPIS

Veja como decorar lápis para o Natal e tenha uma lembrancinha original e artesanal. Acompanhe o passo a passo e descubra como decorar lápis para o Natal facilmente. 


Natal - Presépio


 Salve o Planeta.


Música - Natal de Jesus - Plinio Oliveira

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Vídeo- A Pequena Vendedora de Fósforos


HISTÓRIA - NATAL

A Pequena Vendedora de Fósforo

Fazia um frio terrível; caía a neve e estava quase escuro; a noite descia: a última noite do ano. Em meio ao frio e à escuridão uma pobre menininha, de pés no chão e cabeça descoberta, caminhava pelas ruas. 

Quando saiu de casa trazia chinelos; mas de nada adiantavam, eram chinelos tão grandes para seus pequenos pezinhos, eram os antigos chinelos de sua mãe.

A menininha os perdera quando escorregara na estrada, onde duas carruagens passaram terrivelmente depressa, sacolejando. Um dos chinelos não mais foi encontrado, e um menino se apoderara do outro e fugira correndo. Depois disso a menininha caminhou de pés nus - já vermelhos e roxos de frio.

Dentro de um velho avental carregava alguns fósforos, e um feixinho deles na mão.
Ninguém lhe comprara nenhum naquele dia, e ela não ganhara sequer um níquel.
Tremendo de frio e fome, lá ia quase de rastos a pobre menina, verdadeira imagem da miséria!

Os flocos de neve lhe cobriam os longos cabelos, que lhe caíam sobre o pescoço em lindos cachos; mas agora ela não pensava nisso. Luzes brilhavam em todas as janelas, e enchia o ar um delicioso cheiro de ganso assado, pois era véspera de Ano-Novo.
Sim: nisso ela pensava!

Numa esquina formada por duas casas, uma das quais avançava mais que a outra, a menininha ficou sentada; levantara os pés, mas sentia um frio ainda maior.

Não ousava voltar para casa sem vender sequer um fósforo e, portanto sem levar um único tostão. O pai naturalmente a espancaria e, além disso, em casa fazia frio, pois nada tinham como abrigo, exceto um telhado onde o vento assobiava através das frinchas maiores, tapadas com palha e trapos. 

Suas mãozinhas estavam duras de frio. Ah! bem que um fósforo lhe faria bem, se ela pudesse tirar só um do embrulho, riscá-lo na parede e aquecer as mãos à sua luz!
Tirou um: trec! O fósforo lançou faíscas, acendeu-se.

Era uma cálida chama luminosa; parecia uma vela pequenina quando ela o abrigou na mão em concha...
Que luz maravilhosa!

Com aquela chama acesa a menininha imaginava que estava sentada diante de um grande fogão polido, com lustrosa base de cobre, assim como a coifa.
Como o fogo ardia! Como era confortável!

Mas a pequenina chama se apagou, o fogão desapareceu, e ficaram-lhe na mão apenas os restos do fósforo queimado.
Riscou um segundo fósforo.
Ele ardeu, e quando a sua luz caiu em cheio na parede ela se tornou transparente como um véu de gaze, e a menininha pôde enxergar a sala do outro lado. Na mesa se estendia uma toalha branca como a neve e sobre ela havia um brilhante serviço de jantar. O ganso assado fumegava maravilhosamente, recheado de maçãs e ameixas pretas. Ainda mais maravilhoso era ver o ganso saltar da travessa e sair bamboleando em sua direção, com a faca e o garfo espetados no peito!

Então o fósforo se apagou, deixando à sua frente apenas a parede áspera, úmida e fria.
Acendeu outro fósforo, e se viu sentada debaixo de uma linda árvore de Natal. Era maior e mais enfeitada do que a árvore que tinha visto pela porta de vidro do rico negociante. Milhares de velas ardiam nos verdes ramos, e cartões coloridos, iguais aos que se vêem nas papelarias, estavam voltados para ela. A menininha espichou a mão para os cartões, mas nisso o fósforo apagou-se. As luzes do Natal subiam mais altas. Ela as via como se fossem estrelas no céu: uma delas caiu, formando um longo rastilho de fogo.

"Alguém está morrendo", pensou a menininha, pois sua vovozinha, a única pessoa que amara e que agora estava morta, lhe dissera que quando uma estrela cala, uma alma subia para Deus.

Ela riscou outro fósforo na parede; ele se acendeu e, à sua luz, a avozinha da menina apareceu clara e luminosa, muito linda e terna.
- Vovó! - exclamou a criança.
- Oh! leva-me contigo!
Sei que desaparecerás quando o fósforo se apagar!
Dissipar-te-ás, como as cálidas chamas do fogo, a comida fumegante e a grande e maravilhosa árvore de Natal!

E rapidamente acendeu todo o feixe de fósforos, pois queria reter diante da vista sua querida vovó. E os fósforos brilhavam com tanto fulgor que iluminavam mais que a luz do dia. Sua avó nunca lhe parecera grande e tão bela. Tornou a menininha nos braços, e ambas voaram em luminosidade e alegria acima da terra, subindo cada vez mais alto para onde não havia frio nem fome nem preocupações - subindo para Deus.

Mas na esquina das duas casas, encostada na parede, ficou sentada a pobre menininha de rosadas faces e boca sorridente, que a morte enregelara na derradeira noite do ano velho.

O sol do novo ano se levantou sobre um pequeno cadáver.
A criança lá ficou, paralisada, um feixe inteiro de fósforos queimados. - Queria aquecer-se - diziam os passantes. Porém, ninguém imaginava como era belo o que estavam vendo, nem a glória para onde ela se fora com a avó e a felicidade que sentia no dia do Ano­ Novo. 

conto de Hans Christian Andersen
(imagem do site: abckids.com.br)
http://elyastros.blogspot.com.br/2010/12/pequena-vendedora-de-fosforo.html

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Natal - Teatro

JESUS AOS DOZE ANOS




 NARRADOR: José era um homem muito religioso e muito dedicado à sua família. Ele sempre estava ajudando,na sinagoga,no trabalho ou na comunidade. José,em seu amor ao Pai Celestial,um dia durante a ceia disse a esposa:

JOSE: Maria, precisamos nos dedicar mais às coisas de Deus, nosso Pai.

MARIA:O que gostaria de fazer então,meu marido?



JOSÉ:- Que todos os anos, como é tradição, fizéssemos juntos uma peregrinação ao Templo de Jerusalém, nossa cidade sagrada.

NARRADOR: Páscoa é a festa em que o povo judeu comemora a sua libertação do Egito por Moisés. A ida a Jerusalém por ocasião da Páscoa, tornou-se um hábito para José e sua família. Certa vez, estando Jesus com doze anos de idade, José reuniu a família e foi para Jerusalém observar a Páscoa. No último dia, Jesus afastou-se da família permanecendo no templo. Havia dois sacerdotes sentados no canto conversando. Jesus aproximou-se deles justamente quando um deles acabava de ler o versículo 27 do capítulo 1 da Gênese.

 SACERDOTE 1 –“E criou Deus o homem à imagem”.



 SACERDOTE 2 –Nesse caso, Deus se parece conosco e, por sua sabedoria,deve ser um ancião!

SACERDOTE 1 –Não! Não! Deus não envelhece nunca, deve ser jovem e belo! (ENTRA JESUS EM CENA).



JESUS: Caros senhores,se querem conhecer a Deus, tal qual Ele é em verdade,conheçam primeiro a si mesmo.



SACERDOTE 1 – Quem és? Ó sábio menino?



JESUS:- Eu sou Jesus de Nazaré, filho de José, o carpinteiro. Tenho vindo todos os anos a este Templo para adorar a meu Pai Celestial.

SACERDOTES 1 E 2- A seu Pai Celestial?

JESUS: Sim, aquele que nos criou,a todos e a tudo,sendo a causa primária de todas as coisas,a quem devemos amar de todo coração.



(OS OUTROS DOUTORES DA LEI VÃO SE APROXIMANDO) 

JESUS:Para que Abraão foi retirado de sua cidade na Caldéia?



SACERDOTE 3 – Para formar um grande povo!



SACERDOTE 4 – Para ser o pai de uma grande descendência!



JESUS:Abraão foi chamado a formar um povo crente no Deus Único para que pudesse receber o Messias, Redentor do Mundo,aquele que será o Caminho, a Verdade e a vida. (JESUS APANHA UM PERGAMINHO,ABRE E LÊ).



JESUS:- “E em tua semente serão benditas todas as nações da Terra,porquanto obedeceste à minha voz.”

HASABIAS:-Jesus,filho de José responde-me o seguinte: como poderei reconhecer um profeta que realmente venha da parte de Deus?

JESUS:-Quando reconheces que uma árvore é boa?



HASABIAS: - Pelo bom fruto que ela dá!...



JESUS:ASSIM TAMBÉM SERÁ COM OS PROFETAS!



EFRAIM DE BETEL:- Quando se dará o grande dia do Senhor,anunciado por nosso profeta Isaias?



JESUS:-Sois leitores dos textos sagrados e ainda não sabeis que este dia está próximo?Elias não tardará e virá como a voz que clama no deserto,abrindo caminho para o filho do Homem.



EFRAIM BARJONAS:- Então...Elias será esta voz?...(admirado)



JESUS:-Como não?Não leste por ventura os escritos de Malaquias?

 IOSEHPH: “Eis que eu envio o profeta Elias antes que venha o grande dia do Senhor.” (Abre as escrituras no livro de Malaquias e encontra a profecia)

ELIAQUIM DE DALMANUTA: - Como reconheceremos o grande dia do Senhor,quando ele chegar?



JESUS: Não observaste por acaso o aviso de Isaías? “Sabereis que o dia do Senhor é chegado quando os olhos dos cegos forem abertos, os ouvidos dos surdos também se abrirem, os coxos saltarem, os leprosos ficarem limpos e a língua do mudo cantar.”

NARRADOR:A discussão se prolongou e cada vez mais os doutores da lei ficavam admirados com as respostas de Jesus. Os dias da Páscoa haviam terminado e após um dia de viagem de volta, Maria deu pela falta de Jesus.

MARIA:- José, nosso menino não está entre nós. Deve ter se perdido pelo caminho.



NARRADOR: José sai à procura de Jesus e 3 dias depois o encontra no Templo entre os doutores interrogando-os e dando palpites desconcertantes para aqueles estudiosos.



ELIAQUIM: - Como sabes estas coisas,deves saber mais.Nós todos esperamos o Mestre e o aguardamos com esperanças,pois Isaías predisse que virá com prudência,será engrandecido, elevado e sublime. Que disses a isso?



JESUS:Ele virá, mas vós não o reconhecereis...

ELIAQUIM: -Como poderá ser isso?Que dizes? Como não o reconheceremos? (Durante a conversa os pais de Jesus entram no templo à sua procura) (Maria corre ao encontro de Jesus e o abraça comovida)

MARIA:Filho,porque fizeste assim para conosco?Eu e o teu pai te procurávamos ansiosos. Há três dias que andamos por toda parte e só agora te encontramos!... (José também aproxima aliviado)



JOSÉ:- Filho,por que não me avisaste e nos deixaste tão preocupados?



JESUS: Por que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?

NARRADOR: Juntos,saíram do Templo e juntaram se aos outros para a longa viagem de volta, rumo a Nazaré. No templo permaneceram alguns Doutores da Lei, estudiosos das Escrituras, cheios de dúvidas, tentando desvendar as informações do menino que lhes surgira de modo tão inesperado e com tantas idéias novas.



Terminar cantando a música: Jesus aos doze anos. 



 TEXTO:Adaptação do Livro “JESUS AOS DOZE ANOS”,de Lamartine Palhano Júnio 
Grupo Espírita Joana D'Arc

http://aartenaevangelizacaoespirita.blogspot.com.br/

NATAL - Decorando a Casa

NATAL COM BAIXO CUSTO

"Oi galera,

incrível como a gente mal guarda as coisas de Natal e precisa desempacotar tudo novamente.
Se você é assim como eu que fica ansiosa pra chegar essa época do ano, onde a gente começa à fazer mil planos de renovação, tanto na vida, como na casa, nas finanças, e deixar a casa decorada pra chegada do bom velhinho, a hora é essa!

A grande jogada é sempre comprar enfeites que podem ser utilizados no ano seguinte, trocando apenas as cores da bola e dos laços, caso você seja uma pessoa agoniada como essa que vos escreve.  

Idéias práticas e baratas que você pode colocar em prática.

1 - Pendure fotos - Recorte fotos das pessoas que você ama, passe um laço e pendure na árvore. Se quiser dar um charme, pode colar em papel de scrapbook.
2 - Espalhe Pisca-pisca - A casa fica iluminada e alegre e além de pendurar, podem ser utilizadas dentro de garrafas ou vasos. (Eu sempre faço uma corrente na parte superior da cortina da sala).
2 - Use bolas -  Se você tem muitas bolas (que é um artigo barato), não precisa se limitar à usar somente na árvore, pode usar também na decoração da casa. Pendure no teto, coloque em vasos transparentes, faça um pingente pra cortina.
Tá sem grana ou falta espaço pra montar a sua árvore, vem comigo AQUI, e não fique de fora do clima de Natal!"

http://lymello.blogspot.com.br

Música Espírita - Sim Pro Amor - Plinio Oliveira

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Música - Corpinho

A. Depois da música peça aos Evangelizandos para: a) Mexer os dedos fingindo que toca piano, depois os pulsos; b) Colocar as mãos nos ombros e rodar os ombros para a frente e para trás; c) Com as mãos no pescoço, elevar os cotovelos e expirar; d) Com as mãos na cabeça mexer a mesma para a frente e para trás e para a direita e para a esquerda; e) Apoiar os braços na mesa e esticar e encolher as pernas. Ficar na ponta dos pés e rodar os tornozelos. B. Agora sentados devem: a) Massagear os dedos dos pés; b) Rodar os tornozelos, um de cada vez; c) Dar um “pontapé” no ar, um pé de cada vez; d) Juntar as plantas dos pés segurando com as mãos e mexe os joelhos para cima e para baixo; e) Ficar na posição de gato: arquer as costas e esticar o tronco. C. Agora de pé devem: a) Abaixar-se sobre os calcanhares e voltar a levantar-se; b) Colocar as mãos na cintura e mover-se para a direita e para a esquerda; c) Com os braços levantados, inclinar-se de um lado e do outro; d) Esticar os braços e deixar cair. Ensinar aos Evangelizandos a seguinte lengalenga (acompanhar as palavras com gestos): Sou pequenino (mãos junto ao chão ou para baixo) E quero crescer (esticar braços bem alto) Vou pedir aos pés (movimentar os pés) Vou pedir às mãos (movimentar as mãos) Vou pedir à boca ( sinal de silêncio) Para não mexer (dizer estas palavras a sussurrar, repetir só com o movimento dos lábios). Exercícios e lengalengas retirados do site http://educamais.com/ Agora o Evangelizador deve colocar um cd com música bem suave e pedir aos Evangelizandos devem se sentar com os pés apoiados no chão, ligeiramente afastados, apoiarem as mãos sobre os joelhos, fechar os olhos e inspirar e expirar profundamente três vezes. O Evangelizador deverá guiar o relaxamento: Imagine que seus pulmões são uma bola de aniversário, quando você inspira você infla a bola, até que ela fique bem cheia. Agora você expira e a bola se esvazia, lentamente. Agora imagine que você está em um lago bem bonito. A água está em um temperatura muito agradável e você bóia sentindo a água relaxar cada parte de seu corpo, levando embora todo o cansaço, o medo, a tristeza e a raiva. Aproveite essa água tão especial. http://jardimsecretodalaura.blogspot.com.br/

Poesia - Para Encantar a Alma

Para encantar a alma...




Para encantar a alma...
"Onde vais passarinho,
Com tanta pressa de manhã?
Vou preencher o meu ninho,
Com fiapinhos de lã...
Onde vais passarinho,
Ao entardecer, cheio de graça?
Vou decorar o meu ninho
Com pedacinhos de massa...
E onde vais passarinho,
Voando à luz do luar?
Vou me aconchegar em meu ninho,
Para logo poder sonhar...
Novo dia,
Primeiros raios de sol...
La vai o passarinho
Buscar folhas no paiol..."

Texto escrito por Simone Patrocínio, inspirado. 
Pastel pictografado por Simone Patrocinio
http://jardimsecretodalaura.blogspot.com.br/

Plinio Oliveira - Sim para o Amor

sábado, 24 de novembro de 2012

Aula - Humildade - O Burro de Carga

O BURRO DE CARGA

No tempo em que não havia automóveis, na cocheira de famoso palácio real, um burro de carga curtia imensa amargura, em vista das pilhérias (piada, graças) e remoques (insinuação indireta e maliciosa) dos companheiros de apartamento (aposento separado; quarto; cerca). Reparando-lhe o pelo maltratado, as fundas cicatrizes no lombo e a cabeça tristonha e humilde, aproximou-se formoso (de forma bonita; belo) cavalo árabe, que se fizera detentor de muitos prêmios. Junto com o cavalo árabe, veio um potro de fina origem inglesa e falou ao burro de carga: 


- Triste sina (sorte, destino) a que você recebeu! Não inveja minha posição nas corridas? Sou acariciado por mãos de princesas e elogiado pela palavra dos reis! - Pudera! Como conseguirá um burro entender o brilho das apostas e o gosto da caça? O infortunado animal recebia os sarcasmos resignadamente. Outro soberbo (orgulhoso ao extremo; altivo, arrogante) cavalo, de procedência húngara, entrou também a comentar: - Esse burro é um covarde! Sofreu nas mãos do bruto amansador, sem dar ao menos um coice. É vergonhoso suporta lhe a companhia. 


Um jumento espanhol acercou-se e acentuou, sem piedade: Lastimo reconhecer neste burro um parente próximo. É um desonrado, um fraco, um inútil... Desconhece o amor-próprio! Eu só aceito deveres dentro de um limite. Se abusarem, pinoteio e sou capaz de matar. 


As observações insultuosas (injúria, ofensa) não haviam terminado, quando o rei penetrou o recinto, em companhia do chefe das cavalariças (ou, cocheira). 


Disse então o rei: - Preciso de um animal para serviço de grande responsabilidade – informou o monarca –, animal dócil e educado, que mereça absoluta confiança. O empregado perguntou: - Não prefere o árabe, Majestade? 


- Não, não! É muito altivo (arrogante, presunçoso) e só serve para corridas em festejos sem maior importância. - Não quer o potro (cavalo novo) inglês? 


- De modo algum. É irrequieto (que não fica quieto, não para nunca) e não vai além das extravagâncias da caça. - E o húngaro? Não deseja o húngaro? 


- Não, não. É bravio (bruto, selvagem, bravo) e sem educação. É apenas pastor de rebanhos. 


- O jumento serviria? - De maneira alguma. É manhoso e não merece confiança. Decorridos alguns instantes de silêncio, o soberano indagou: 


- Onde está o meu burro de carga? Indicou o empregado ao rei: - Lá majestade? 


O próprio rei puxou-o carinhosamente para fora, mandou ajaezá-lo (enfeitá-lo) com as armas resplandecentes de sua Casa e confiou-lhe o filho, ainda criança, para longa viagem. 


Assim também acontece na vida. Em todas as ocasiões, temos sempre grande número de amigos, de conhecidos e companheiros, mas somente nos prestam serviços de utilidade real aqueles que já aprenderam a suportar servir e sofrer, sem cogitar de si mesmos.


  


Fonte: A Vida Fala II - "O burro de carga” de Francisco C. Xavier, pelo Espírito Neio Lúcio.
http://peloscaminhosdaevangelizacao.blogspot.com.br/

Natal em Maquete

FEITO NA BANDEJINHA DE ISOPOR QUE PODERÁ SER SUBSTITUÍDA POR PRATINHOS DESCARTÁVEL OU TAMPA DE CAIXAS


Aulas- Caridade

A CARIDADE



A caridade consiste em fazer o bem e evitar o mal.
Estudando-se a vida espiritual descobriu-se que os espíritos felizes são aqueles que viveram na Terra fazendo o bem, isto é, praticando a caridade.
Se é preciso fazer o bem para a gente ser feliz, devemos adotar a regra: — fora da caridade não há salvação.
Esta é a norma que o Espiritismo apresenta para todos os encarnados de boa vontade, que trabalham para o seu progresso.
Submetendo nossa vida à lei da caridade, nós nunca nos desviaremos do caminho do Dever e entraremos no mundo espiritual com a consciência tranqüila.
A pessoa caridosa é paciente, é bondosa, é honesta e trabalhadora. Não tem inveja de ninguém; não prejudica a seu próximo; não é soberba e não tem orgulho nem vaidades.
A pessoa caridosa não é ambiciosa; não é egoísta; não se irrita e não fala mal dos outros.
Quando precisa repreender alguém o faz com energia, sem magoar.
A pessoa caridosa é verdadeira e sincera; ama a justiça e a verdade.
A pessoa caridosa não se vinga e não guarda ódio; combate o mal, os vícios, os preconceitos e a hipocrisia.
Enfim, a pessoa caridosa faz aos outros somente aquilo que desejaria que os outros lhe fizessem.
A prática da caridade transformará a Terra em um paraíso; é por isso que o Espiritismo aponta como o caminho da felicidade a lei: — fora da caridade não há salvação.
PERGUNTAS
1. O que é a caridade?
2. A que lei devemos submeter nossa vida?
3. O que é ser paciente?
4. O que é ser bondoso?
5. O que é ser honesto?
6. O que é não ter inveja?
7. O que é não ser soberbo?
8. O que é não ser ambicioso?
9. O que é não ser egoísta?
10. O que faz aos outros uma pessoa caridosa?
11. Qual é a lei que o Espiritismo nos aponta como o caminho da felicidade?
  
2) O REINO DE DEUS
Jesus não se cansou de nos dizer que precisamos trabalhar ativamente para alcançarmos o reino de Deus ou o reino dos céus, como também é chamado.
Onde estará situado esse reino maravilhoso do qual Jesus nos falava continuamente e com tanto entusiasmo?
O reino de Deus está situado em toda a parte; é o universo, é o espaço sem fim, são os milhões de estrelas; é o sol, é a lua, é a Terra.
Neste reino imenso uns são felizes e outros são infelizes.
São felizes aqueles que possuem uma consciência pura.
Os que possuem uma consciência pura são os obedientes, os bondosos, os trabalhadores, os estudiosos e todos os que vivem em paz com seus irmãos, sem prejudicá-los.
São infelizes os que são acusados por sua consciência dos erros que praticaram.
Os vadios, os malvados, os ignorantes, os preguiçosos e os inúteis são infelizes.
Nossa consciência é o nosso juiz. Ela julga todos os nossos atos e coloca-nos
automaticamente nos planos felizes ou infelizes do reino de Deus.
Entretanto, Deus não quer que seus filhos culpados sejam infelizes para sempre; perdoa-lhes e lhes fornece os meios de se tornarem felizes pelo bem que começarem a fazer.
Não há ninguém excluído do reino de Deus. Cada espírito o sente de acordo com o grau de adiantamento e de purificação a que chegou.
O mundo espiritual tem esplendores por toda a parte, harmonias e sensações que nós, que ainda estamos presos à matéria, não podemos ver e que somente são acessíveis aos espíritos purificados.
No reino de Deus todos os espíritos trabalham; desde o mais pequenino até o mais luminoso, todos têm o seu dever a cumprir. A cada um segundo sua capacidade.
Os mais puros fazem parte do conselho supremo de Deus e conhecem todos os seus pensamentos. Uns são encarregados da direção de um mundo: a Terra, por exemplo, é dirigida por Jesus.
Outros zelam pelo progresso das nações, outros protegem as famílias e outros os indivíduos.
Por toda a parte há progresso, há vida, há trabalho, há felicidade.
Unicamente de nós depende sermos dignos de contemplar o majestoso reino de Deus.
PERGUNTAS
1. O que Jesus não se cansou de nos dizer?
2. Onde está situado o reino de Deus?
3. Quem é feliz no reino de Deus?
4. Quem é infeliz no reino de Deus?
5. Quais são os que têm uma consciência pura?
6. Quem é o nosso juiz?
7. Como é que cada espírito sente o reino de Deus?
8. A que trabalho se entregam os espíritos no reino de Deus?



3) COMO SE FAZ UM BENEFÍCIO
À medida que formos ingressando na vida ativa e trabalhosa que nos aguarda, muitas vezes precisaremos dos outros e os outros precisarão de nós.
Há uma porção de irmãos nossos que necessitam de auxílio. Deus os colocou ao nosso lado para que os amparássemos e fôssemos aprendendo a exercer a caridade.
Os benefícios que podemos fazer aos nossos irmãos são: ensiná-los; curá-los; aconselhá-los; dar-lhes esmolas; emprestar-lhes alguma coisa; arranjar-lhes empregos; livrá-los dos vícios; ajudá-los nas dificuldades e muitos outros.
Se tivermos boa vontade e bom coração sempre arranjaremos um meio de auxiliar um irmão.
Quando tivermos ocasião de prestar um benefício, tenhamos o cuidado de não humilhar quem o recebe. Nunca contemos aos outros os favores que fazemos e os auxílios que damos.
Há grande dor no coração do irmão necessitado e não devemos aumentar-lhe o sofrimento, humilhando-o diante de todos.
Não façamos um benefício esperando uma recompensa; os hipócritas é que fazem assim.
Ajudemos a todos desinteressadamente e Deus, que tudo vê, saberá dar a cada um de nós o prêmio de nossa boa ação.
PERGUNTAS
1. Por que Deus colocou ao nosso lado irmãos que necessitam de nosso auxílio?
2. Quais são os benefícios que podemos fazer ao nosso próximo?
3. Para prestarmos um auxílio, o que precisamos ter?
4. Qual é o cuidado que devemos ter quando prestamos um benefício?
5. O que nunca devemos contar aos outros?
6. Por que é que devemos beneficiar um nosso irmão ocultamente?
7. Quem é que faz um benefício esperando uma recompensa?
8. Quem é o que nos dará o prêmio de nossas boas ações e de nosso bom comportamento?

http://lubeheraborde.blogspot.com.br