segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO - PARTE 1

Mais um material disponibilizado pela nossa querida Sônia, do CRE. Vamos acompanhar, pois vai ser muito edificante para todos nós:
"E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor. Então, disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara."
Mateus cap.9 vers.36 a 38 


A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO - PARTE 2

A EVANGELIZAÇÃO E OS RESPONSÁVEIS POR ELA


* Dirigentes de casa espíritas.
* Departamentos e setores de todas as áreas de atividades da casa.
* Evangelizadores
* Médiuns 
* Órgãos federativos.
* A família
* Sociedade
* Casas Espíritas
 383. Qual, para este, a utilidade de passar pelo estado de infância?
“Encarnado, com o objetivo de se aperfeiçoar, o Espírito, durante esse período, é mais acessível às impressões que recebe, capazes de lhe auxiliarem o adiantamento, para o que devem contribuir os incumbidos de educá-lo.”

Educação / Evangelização...

Há um elemento, que se não costuma fazer pesar na balança e sem o qual a ciência econômica não passa de simples teoria. Esse elemento é a educação, não a educação intelectual, mas a educação moral. Não nos referimos, porém, à educação moral pelos livros e sim à que consiste na arte de formar os caracteres, à que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos.

685 a L.E.


A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO - Última parte

Qualidade na Evangelização

"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele." Provérbios 22:6

Visão de Pestallozi

A intuição é o fundamento da instrução.


A linguagem deve estar ligada a intuição.

A época de ensinar não é a de julgar e criticar.

Começar sempre pelos elementos mais simples, e daí continuar gradualmente de acordo com o desenvolvimento da criança, isto é por serie psicologicamente desencadeada.

Deve se insistir bastante tempo em cada ponto da lição, a fim de que a criança adquira sobre ela o completo domínio e a livre disposição.

“FAZEI COM QUE AS CRIANÇAS PROCUREM O QUE SÃO CAPAZES DE ACHAR COM SUAS PRÓPRIAS FORÇAS....”
O ensino deve seguir a via desenvolvimento e jamais a exposição dogmática.


A individualidade do aluno deve ser sagrada para o educador.

O principal fim do ensino elementar não é sobrecarregar a criança de conhecimento e talentos, mas desenvolver e intensificar as forças da sua inteligência.

Ao saber é preciso aliar a ação; aos conhecimentos a gosto

As relações entre mestre e aluno, sobretudo no que concerne á disciplina,devem ser fundadas no amor e por ele governadas.

A instrução deve constituir o escopo superior da educação.
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AOS EVANGELIZADORES

Desenvolvimento da Percepção Infantil x Material Didático

É sabido que nós, evangelizadores, temos que buscar pelo menos conhecimentos básicos de psicologia infantil e pedagogia que nos auxilie na vivência com nossos evangelizandos e na escolha dos materiais de nossas aulas.
Para acrescentar os muitos materiais que estas ciências nos disponibilizam, vejam, a seguir, um quadro demonstrativo do desenvolvimento perceptual (de acordo com a idade), relacionando com o Material a ser usado.
Clica no quadro para visualizá-lo maior, já que o espaço para figuras, no blog, é sempre muito pequeno.

terça-feira, 20 de julho de 2010


Necessidades Específicas das Crianças - Idade: 11 e 12 anos


  • As aulas deverão conter principalmente ensinamentos espíritas que lhe forneçam recursos para enfrentar a realidade da vida com segurança e que enfatizem o raciocício.

  • É necessário muita compreensão e tato por parte do evangelizador que deverá manifestar todo o seu amor pelo adolescente e bases de confiança e respeito.

  • Desenvolvimento de atividades em brupo, variadas e participativas.

  • Ao se apresentar a biografia de vultos espíritas, é necessário que se faça em forma romanceada, a fim de que os adolescentes possam identificar qualidades a serem cultivadas neles próprios.

  • As atividades podem requerer menos movimento e mais raciocínio (jogos de atenção, memorização, palavras cruzadas, etc)

CARACTERÍSTICAS E REAÇÕES PREDOMINANTES EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO MOTOR E PERCEPTIVO.


  • O adolescente torna-se capaz de se organizar melhor.

  • Diferenciam-se as caratcerísticas pessoais, por exemplo: interesse por leituras, entusiasmo por esportes ou estudos específicos.

  • Normalmente as meninas tendem a desenvolver a coordenação fina e movimentos delicados de caráter manual.

  • Os meninos tendem a desenvolver uma capacidade crescente para atividades que impliquem uso de força muscular

terça-feira, 13 de julho de 2010


Necessidades Específicas das Crianças - Idade: 9 e 10 anos


  • O enredo das aulas deverão ser baseados em situações reais da vida.

  • "A mente infantil, dos 9 aos 10 anos de idade, já se encaminha para a posição consolidada da reencarnação que a criança está começando a viver. Selecionar temas espíritas, dentro da atualização dos nossos processos atuais de vivência para que a criança possa se desenvolver para a vida adulta, com o conhecimento possível das estradas e experiências que a esperam no dia de amanhã " - Chico Xavier

  • Necessidade de estímulo, afeição, amizade e compreensão por parte do adulto, devendo ter responsabilidades definidas e receber explicações razoáveis a respeito das coisas.

  • É importante que a criança seja encaminhada para uma participação cada vez maior e melhor da sociedade em que vive. (Lar, escola, etc)

  • Apesar de aceitar mais enredo, a atividade é muito importante. É importante dar-lhe oportunidade de trabalhar com o corpo, com as mãos, participar.
CARACTERÍSTICAS E REAÇÕES PREDOMINANTES EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO MOTOR E PERCEPTIVO.


  • A criança desenvolve a automatização, rapidez e controle progressivo dos movimentos manuais, na escrita, sem alteração no traçado.

  • É capaz de realizar recorte em perfil

  • A partir dos 10 anos, é capaz de correr em várias velocidades, jogar bola com maior ou menor força.

  • Época em que ocorre a organização final da coordenação geral dos movimentos: integra fator força muscular.

  • Na estrutura corporal, começam a desenvolver os caracteres sexuais.

  • O mecanismo visual permite maior liberdade para deslocar-se no espaço.

  • Apresenta incessante atividade corporal, devido às transferências internas no início da adolescência.

quinta-feira, 8 de julho de 2010


Necessidades Específicas das Crianças - Idade: 7 e 8 anos


NECESSIDADES ESPECÍFICAS DA CRIANÇA EM RELAÇÃO A EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL
  • As histórias precisam ser criativas, com situações ligadas à realidade da vida. "É interessante que a criança a partir dessa idade entre num mundo de realidades objetivas" (Chico Xavier)
  • É necessário que o evangelizador seja muito coerente com suas palavras, ensinamentos que adminsitra e ações.
  • É importante que o relacionamento seja envolvido por afeição, compreensão e segurança por parte do adulto, a fim de levá-la a auto-confiança.
  • Precisa ter bem claro seus limites (o que pode e o que não pode fazer)
  • A criança gosta de firmar suas habilidades em grupo, através de aprendizagem concreta: dramatização, passeios, pintura, modelagem, atividades cooperativas.
  • Permite atividades que envolvam responsabilidades e sendo adequadamente incentivados e executados com satisfação.
  • As aulas podem ser com mais enredo, porém ainda há necessidade de muita atividade, incentivação com material didático alegre e atraente ao manuseio e à participação.
CARACTERÍSTICAS E REAÇÕES PREDOMINANTES EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO MOTOR E PERCEPTIVO

7 ANOS:

  • Conseque se manter na mesma posição durante um período mais prolongado.
  • No grafismo inicia-se o movimento da escrita, segura o lápis com mais suavidade.
8 ANOS:
  • A criança mantém equilíbrio sobre um pé
  • Desenvolve agilidade na corrida em aceleração progressiva
  • Salta em altura a distância de aproximadamente 40 cm.
  • Nesta época, a criança passa a não mais apresentar a execução de movimentos simultâneos quando faz determinada tarefa motora.

terça-feira, 6 de julho de 2010


Necessidades Específicas das Crianças - Idade: 5 e 6 anos


  • A criança precisa sentir que o evangelizador confia em sua capacidade e a ama sem distinções.

  • Necessita de que as noções de disciplina sejam colocadas com equilíbrio entre amor e firmeza e já compreende que seus desejos não podem ser sempre satisfeitos.

  • É preciso que as histórias sejam elaboradas com criatividade, contendo situações vivenciadas no cotidiano e adequadas à sua faixa etária.

  • É importante que o evangelizador envolva a criança num clima de afetuosidade, auto-confiança e estímulo à colaboração.

  • O evangelizador é o "modelo seguido", seus exemplos deverão constituir a exemplificação viva do que ensina.

  • Permite tarefas que envolvam pequenas responsabilidades, sem que, para isto, no entanto, sejam exigidas com rigidez

  • Sente necessidade de ser elogiada, sendo muito mais fácil conseguir dela um comportamento adequado através do estímulo do que da censura.

  • As aulas deverão ser com menos enredo e mais atividades, material didático farto, envolvente, alegre, atrativo, contendo momentos em que a criança possa manusear, participar.
CARACTERÍSTICAS E REAÇÕES PREDOMINTANTES EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO MOTOR E PERCEPTIVO


  • A criança salta aproximadamente 20 cm de altura com os dois pés, ou alternando os pés, salta agilmente corda (meninas), salta em um só pé.

  • Agarra bola pequena corretamente e arremessa-a com movimento completo.

  • O grafismo, os recortes, pinturas, modelagem, etc, adquirem maior precisão.

  • Reconhece os símbolos numéricos.

  • É capaz de vestir-se sozinha, colorir bem as figuras.

  • Pergunta o significado das palavras, fala quase corretamente e claramente.

  • Obedece instruções orais prontamente e executa 3 ordens curtas dadas conjuntamente.

  • Na percepção que a criança tem do espaço, é capaz de compreender o conceito: no meio.
6 ANOS:

  • Nesta época, a criança já adquiriu o controle motor geral.
  • É capaz de saltar em alturas progressivas.
  • Apresenta dificuldade em deter-se muito tempo em uma atividade.
  • Em relação ao grafismo, seu traçado ora é suave, ora é forte.
  • Conhece seu "próprio" lado direito e esquedo e diz qual é.
  • Amarra o cordão dos sapatos.

sábado, 3 de julho de 2010


Necessidades Específicas das Crianças - Idade: 3 a 4 anos

Encontrei um material muito interessante entre algumas apostilas que tenho, que gostaria de compartilhar com vocês.

NECESSIDADES ESPECÍFICAS DA CRIANÇA EM RELAÇÃO A EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL - IDADE: 3 A 4 ANOS


  • A criança precisa sentir-se amada e que este relacionamento seja demonstrado constantemente através da postura corporal do evangelizador em relação a ela.

  • Necessita de histórias elaboradas com criatividade e situações vivenciadas de acordo com seu cotidiano, que a iniciem nas verdades eternas e a evolvam num clima afetuoso de vonvivência sadia, risonha e terna.

  • O Evangelizador precisa, sobretudo, exemplificar o que ensina, pois suas atitudes são observadas e imitadas pelas crianças.

  • As aulas deverão ser com pouco enredo e mais atividades, material didático farto, alegre, envolvente, atrativo: deixar e incentivar a criança a manusear, perceber o ensino, através dos sentidos, levando-a a participar ao máximo
CARACTERÍSTICAS E REAÇÕES PREDOMINANTES EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO MOTOR E PERCEPTIVO

3 ANOS:

  • Nesta idade, a criança salta com os dois pés juntos, come sozinha, segura, corretamente o lápis e a colher. É capaz de construir torres com 9 cubos de 2,5 cm.

  • Nesta época, ocorre a maturação psíquica e intelectual e, em consequência a criança começa a ter maior possibilidade de comandar seus atos motores.

  • Inicia-se o aperfeiçoamento de conduta motora, com a mecanização da marcha.

  • Ao  caminhar, não bamboleia, corre bem, sobe e desce escadas facilmente, caminha sobre uma liunha, agarra bola grande com os dedos abertos e bola pequena, com as mãos em concha.

  • É capaz de se vestir parcialmente, sabe usar botões grandes, reconhece coisas pelo tato sem vê-las.

  • Monólogos longos. Diz nome de muitas partes do corpo.

  • Na percepção que tem do espaço, ela compreende conceitos como: ao redor da mesa, ao redor de si própria.

  • Vai ao banheiro sozinha, mas ainda precisa de ajuda.
4 ANOS:

  • Apresenta atividade motora global: corre, trepa, salta sobre um pé e para frente com as duas pernas, caminha com rotação.

  • Coordena simultaneamente os membros inferiores e superiores: usa triciclo.

  • Nesta época é muito comum quando a criança executa alguma tarefa motora, apresentar outro movimento simultâneo. Por exemplo: colore e morde a língua.

  • Inicia-se o controle da coordenação motora fina. A criança pinta, recorta e cola com resultados satisfatórios.

  • A criança agarra bola pequena com as duas mãos.

  • É capaz de dizer o nome de todas as cores.

  • Na percepção do espaço, compreende conceitos como: atrás, diante.

  • Na percepção tátil, consegue dizer onde dói.

  • Diz frases longas, faz perguntas constantemente.


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sábado, 26 de janeiro de 2013

Aula - Desencarnação


História - A desencarnação de Godofredo


 


Godofredo é pai de Haroldo e marido de Jerusa. Ele é um homem bondoso, mas muito preocupado com seu trabalho e sua família. Ele trabalha em uma grande empresa e mora em uma cidade com muitos habitantes. Em uma sexta-feira à tardinha, Godofredo saiu apressado do trabalho, pois tinha combinado de pegar a esposa e o filho para irem passar o final de semana na praia, que ficava a poucos quilômetros da cidade onde eles moravam. Godofredo tinha pressa, pois queria chegar o quanto antes na praia e aproveitar bem todo o final de semana. Por isso Godofredo dirigia em alta velocidade, além do limite permitido. Com pressa, resolveu não parar em um sinal vermelho, e não percebeu que vinha outro motorista do outro lado da rua, também muito apressado. Quando tentou desviar, acabou batendo com muita força em um poste. 
Assim que abriu os olhos, Godofredo achou estranho ver seu corpo todo machucado, pois ele se sentia bem. E meio atordoado, sem entender direito o que estava acontecendo, seguiu a pé para casa, para contar logo o acidente para a família. Logo que começou a andar, sentiu-se confuso, e não encontrava o caminho de casa. Godofredo caminhou desorientado por muito tempo, por muitas ruas que não conhecia.
Finalmente, depois de um longo tempo, Godofredo chegou em casa. Ele não sabia quanto tempo tinha andado, mas ficou feliz em ver a esposa:
- Querida, cheguei! – disse animadamente.
esposa, sabendo que o esposo havia desencarnado em um acidente há alguns dias atrás, desmaiou de susto ao ver o marido na sua frente.
- O que houve querida? Não ficou alegre em me ver? – perguntou Godofredo, enquanto tentava reanimar a esposa.
Ouvindo vozes na sala, Haroldinho, o filho de Godofredo que estava vendo televisão no quarto, foi ver o que estava acontecendo.
- Haroldinho! – exclamou Godofredo, feliz em ver o filho.
- Papai! – foi só o que o menino conseguiu dizer.
Haroldinho quando percebeu que seu pai, que já havia desencarnado, estava na sala, desmaiou de susto também.
- Desmaiaram de susto! Por que será? – perguntou Godofredo, sem entender nada.
Godofredo não percebeu que o seu corpo físico havia morrido e que ele havia aparecido em espírito aos seus familiares, assustando-os.
- Parece que viram um fantasma! – dizia Godofredo, sem perceber sua realidade espiritual.
E assim Godofredo continuou andando pela casa, perguntando a si mesmo:
- Por que todo mundo tem medo de mim?
Godofredo, apesar de um pouco confuso, sentia-se bem, disposto e cheio de vontade de ir à praia. Como ninguém respondia às suas perguntas, ele continuava a falar e a andar pela casa:
- Eu continuo o mesmo Godofredo de sempre! – dizia ele, repetidas vezes.

Desenho para colorir - História desencarnação de Godofredo
















* Desconheço a autoria

Carnaval - Aula

O Carnaval



REFLETINDO...

"Não coloques as tuas aspirações nos entretenimentos, viagens, festas e folguedos... Caso te surjam as oportunidades para gozá-los, muito bem, aproveita e constatarás que estes prazeres passam como outras satisfações quaisquer, deixando-te ansioso por novas ocasiões de fruí-los, e assim, incessantemente. Há quem sacrifique o futuro, utilizando-se de empréstimos e prestações com juros extorsivos para viver estas ilusões, que retornam como pesadelos, no momento dos resgates das dívidas. Busca os prazeres simples e duradouros,aqueles que não te perturbam o presente nem te escravizam no futuro." 

Joanna de Ângelis - Psicografia de Divaldo Pereira Franco
Livro: "Vida Feliz" Pág.114


OBJETIVO: Chamar a atenção das crianças sobre o verdadeiro lazer, que é ocupar nosso tempo livre com coisas construtivas.

INTRODUÇÃO:

1. Iniciar com uma conversa com o grupo, da seguinte maneira:

-Devemos trabalhar todo dia?
-Nós temos resistência para trabalhar sem descansar?
-O que podemos fazer quando não estivermos trabalhando ou estudando?

2. Ouvir os comentários e procurar esclarecer de forma acessível:

-O repouso, como o trabalho, é Lei da Natureza;
-Recreação compreende todas as atividades espontâneas, prazerosas e recreadoras, que o indivíduo busca para melhor ocupar seu tempo livre;
-Lazer é o espaço de tempo entre o trabalho e o repouso, isto é, horas disponíveis entre as obrigações diárias e as férias;

3. Após as definições sobre lazer e recreação, pedir às crianças que dêem a sua opinião sobre o carnaval.

- Podemos consider´-lo um lazer?

4. Deixar que todos opinem a respeito. Levá-los a entender que não. Que temos que ocupar nosso tempo livre com coisas construtivas ao nosso espírito, como:

-Ler um livro;
-Conversar com nossos amigos;
-Ajudar nossa mãe nas tarefas em casa;
-Auxiliar o colega no dever...

5. Explicar que nessa época todo cuidado é pouco, pois os espíritos se ligam a nós através de nossos pensamentos. Se estamos pensando em carnaval  e saímos para a folia, atrairemos para junto de nós espíritos inferiores que também pensam nisso e gostam de estar na bagunça. Espíritos iluminados não participam disso de foma nenhuma! Orai e vigiai!!!

*No link abaixo tem texto e atividades sobre o tema:

http://evangelizacaoinfantil.blogspot.com.br/2012/02/o-carnaval.html



 2º Momento: Falar do prazer em ser útil - A satisfação que nos traz de fazer o bem e ocupar o tempo de maneira produtiva.


QUESTIONAMENTO

  Existem muitas pessoas que fazem trabalho voluntário em hospitais, asilos, orfanatos, escolas, isto é, sem nenhuma remuneração. O que leva essas pessoas a agirem assim?


TEXTO:

AS BOTAS DO CARVOEIRO.

João era um carvoeiro humilde e trabalhador. Morava com sua esposa à beira de um mato, onde fazia o carvão que vendia numa vila próxima.
    Todos os dias, antes mesmo de nascer o sol, o carvoeiro levantava-se, fazia sua prece e dirigia-se para o trabalho, alegre e confiante. À noitinha, regressava ao lar, e quer tivesse sido bem sucedido nas vendas, quer pouco vendesse, novamente elevava o pensamento ao Criador dos mundos e agradecia as graças recebidas durante o dia.
    Certa ocasião, de regresso a casa, João encontrou sua mulher enferma. Pensou, a princípio, que a doença seria passageira, mas, ao contrário do que imaginara, a enfermidade prolongou-se por muitos e muitos dias.
    O bom carvoeiro abandonou então o trabalho e permaneceu ao lado da doente, cuidando-a com dedicação e carinho. Porém, passado algum tempo, verificou, bastante preocupado, que suas economias tinham-se esgotado e que precisaria retornar ao trabalho. Por isso, resolveu ia à vila levar os sacos de carvão que ainda restavam e, assim, conseguir o dinheiro necessário.
    Pronto para sair, com suas roupas pobres, suas botas descoloridas e furadas, suplicou:
    _ Senhor! Meu Deus! Ajuda-me! _ e confiante, saiu ligeiro.
    Depois de ter vencido grande parte do trajeto, já na saída do mato, deparou-se com o obstáculo. O trecho que ele estava por atravessar, encontrava-se pantanoso, pelas constantes chuvas caídas em dias anteriores. João tirou as velhas botas para mais depressa poder passar. Deixou-as perto de uma árvore e, descalço, continuou seu caminho.
    Uma desagradável surpresa, porém, aguardava o bom carvoeiro: estava fechado o único depósito que lhe comprava o carvão. “Que teria acontecido?”, pensou. “E agora? Que fazer, meu Deus?”
    E voltou, triste e cansado, mas ainda confiante. Caminhando, pronunciava baixinho:
    _Meu Deus! Meu Deus! Seja feita a tua vontade! _Não há remédio. Não há alimento.
    Enquanto João voltava com mil pensamentos a fervilharem na mente, um professor fazia uma excursão ao mato, com os alunos. Os meninos se sentiam felizes; corriam daqui para ali, quando um deles tropeçou nas velhas botas do carvoeiro. Quando verificaram o motivo, disse um deles:
    _Quem será o dono?
    E alguém propôs:
    _Vamos escondê-las?
    _Vamos! _respondeu outro. Vamos escondê-las para vermos como fica o dono quando a procurar.
    _É mesmo! _ disseram todos em conjunto.
    O professor, vendo os meninos tão interessados, aproximou-se e perguntou:
    _Que está acontecendo?
    _Encontramos estas botas e vamos escondê-las! _foi a resposta de um dos alunos.
    _Filhos..._falou o professor. _Estas botas bem demonstram que seu dono é um homem pobre. Que desapontado ficará se, buscando suas únicas botas, tiver de procurá-las ainda. Já pensaram vocês no cansaço que deve estar e na pressa que terá para chegar em casa, a fim de levar o pão para a família?
    _É mesmo! _disseram, já arrependidos.
    _Tenho uma idéia! Vamos colocar alguma coisa dentro das botas _disse um menino.
    _Boa idéia! _atalhou, depressa, o professor. E, metendo as mãos nos bolsos tirou algumas moedas, entregando-as aos meninos para que se pusessem dentro das botas.
    _Eu também tenho aqui uma moeda _falou um dos alunos.
    _Vou colocá-la também.
    _Tenho dez reais! _ exclamou um terceiro.
    E, assim, todos, entusiasmados, retiraram dos bolsos algum dinheiro, atirando-o dentro das botas que colocaram, em seguida, no lugar de onde as tinham encontrado.
    _Muito bem, agora vamos embora _disse o professor.
    _Não, professor, não vamos embora. Eu quero ver a cara com que vai ficar o dono destas botas _ falou um dos meninos.
    _Vamos nos esconder? _sugeriu outro _O homem não deve demorar.
    E todos se esconderam numas moitas próximas, na expectativa de ver o que aconteceria. Passados alguns instantes divisaram, ao longe, um vulto.
    _Lá vem ele! _ cochichavam _apertando-se mais uns contra os outros.
    João foi olhando de um lado para o outro, como não lembrando bem onde deixara as botas. Localizando-as, sentou-se e, distraidamente, calçou uma delas. De repente, parou.
    _Que é isto?!
    E virando a bota sacudiu-a caindo de dentro as moedas. Imediatamente, pegou a outra e a sacudiu também.
    _Mais dinheiro! _ exclamou num sussurro.
    O bom carvoeiro, meio confuso, olhava ora para um lado, ora para outro. Depois, como percebendo o que acontecera, ergueu-se e, com voz trêmula pela emoção, entre lágrimas, proferiu:
    _Senhor! Benditas as mãos das quais Te serviste! Obrigado, meu Deus! Obrigado!
    Guardando o dinheiro no bolso, João calçou depressa as botas e afastou-se apressado.

    Os meninos que assistiam à cena, estavam comovidos. Quando o carvoeiro desapareceu, saíram devagarinho, um a um, e juntamente com o professor, trataram de regressar às suas casas.

 FIXAÇÃO: O que você colocaria na bota?

Confeccionar uma bota de cartolina. Pedir que as crianças escrevam o que elas fariam, dentro de suas possibilidades, para ajudar o carvoeiro. A seguir, pedir que coloquem o papel escrito dentro da bota. Chamar uma a uma para lerem as sugestões de ajuda.

DRAMATIZAÇÃO

Pedir que as crianças dramatizem a situação descrita e também a maneira para solucionar o problema.

*Um colega de classe faltou no dia da explicação de uma matéria nova e agora não consegue resolver a lição.

OBS: Sugerir outra situação de acordo com a realidade da turma.


Fontes: 
Evangelização Infanto-Juvenil de 10 a 11 anos - Intermediário A.
O Melhor é Viver em Família - Série Evangelização no Lar - Vol 2.

http://evangelizacaoinfantil.blogspot.com.br/