sexta-feira, 15 de novembro de 2013

2122º Encontro Fraterno Auta de Souza - Uberlândia - Casa de Kardec












Teatro - O Castelo de Açucar

O CASTELO DE AÇUCAR


NARRADOR: Egolanda era uma formiguinha muito esperta que morava em um grande formigueiro. Como formiguinha operária sua responsabilidade era trazer alimento para as outras irmãs. Naquele dia, Egolanda decidiu que iria para a região próxima à cerca do parque. Era domingo, estava repleto de pessoas e, com certeza, acharia muita comida. Pediu autorização ao chefe do serviço, no que foi prontamente atendida. assim, correu para o parque. Passou por muitos troncos, folhas, árvores, até que chegou à grande cerca. olhou de um lado, olhou de um lado, olhou do outro e decidiu ir mais adiante, até que...
EGOLANDA: Nossa! Puxa! Vou olhar mais de perto.
NARRADOR: Ela havia encontrado uma enorme montanha, toda branquinha. percebeu que aquela enorme montanha era toda feita de açúcar. Ficou tão maravilhada com a sua descoberta que gritou bem alto:
EGOLANDA: Estou rica, rica... Esta montanha inteira daria para alimentar o formigueiro todinho por mais de um ano!
NARRADOR: Mas, aquela alegria mudou de repente...
EGOLANDA: O quê? Eu... Dividir isto com aquelas formigas preguiçosas? Quem achou fui eu. Poderei passar o resto da vida aqui, sentada e sem fazer nada. Vou construir o meu castelo e serei a rainha do açúcar. Quem quiser do meu açúcar que pague, e caro. Mas, primeiro vou construir uma muralha em volta para evitar as formigas intrusas em meu palácio. 
NARRADOR: Passou o dia todo catando gravetos, folhas. Construiu o muro e o castelo. Já era noite e lá no formigueiro todas estavam muito preocupadas porque ela não havia voltado. Falaram com a rainha da sua ausência e ela, imediatamente, ordenou que fossem providenciados alguns grupos de busca. Deviam partir logo pela manhã. No outro dia, de manhã cedinho, várias equipes saíram à sua procura. Ela foi encontrada tomando sol na varanda do seu castelo.
FORMIGA I: Egolanda! O que faz aí?
EGOLANDA: Agora estou rica e não preciso de vocês. Olhem o meu reino e fiquem maravilhadas com tudo o que tenho.
NARRADOR: Todas se entreolharam. Como não entenderam nada, voltaram correndo para o formigueiro e contaram tudo à rainha. Ela então resolveu ir fazer uma visita para ver o que se passava. Chegando lá observou aquela montanha e percebeu o que havia acontecido. Dirigiu-se a Egolanda e falou:
RAINHA: Minha filha, sei o que se passa. Esta montanha é toda de açúcar, não é?
EGOLANDA: Sim, e toda minha também.
RAINHA: Mas, egolanda, pense bem como poderia ser útil para todas nós a sua descoberta. Poderíamos ter alimento por um longo período de tempo!
EGOLANDA: O que? Você acha que eu vou dividir tudo isso com vocês? Agora também sou uma rainha e nunca mais trabalharei para ninguém.
RAINHA: Mas o trabalho é um meio de você se sentir útil.
EGOLANDA: Besteira, fora daqui; não quero ver nenhuma de vocês nunca mais.
NARRADOR: A rainha se entristeceu muito. A chefe da guarda que havia acompanhado a rainha ficou indignada com a atitude de Egolandra e falou:
FORMIGA II: Majestade, vamos tomar a montanha à força e depois prenderemos essa ingrata e...
RAINHA: Não, ela não está precisando de prisão; ela está doente, muito doente... Vamos embora e deixemos tudo como ela deseja.
NARRADOR: As formigas foram embora e deixaram Egolanda em sua nova casa. O tempo foi passado e ela ficava o dia inteiro sem fazer nada, só comendo e dormindo. Certo dia começou a cair uma chuvinha muito fininha que logo virou uma grande tempestade. Egolanda estava protegida no seu castelo. Como estava chovendo, foi dormir um pouquinho. Arrumou sua caminha e tirou uma soneca. A chuva, que estava caindo lá fora, aos poucos foi derretendo a montanha e começou a formar uma enorme lagoa de melado. Egolanda acordou assustada e viu que estava presa e cada vez se afundava mais e mais. Tentou sair dali, mas não tinha no que segurar. 
EGOLANDA: Socorro! Socorro! Socorro! Alguém me ajude!
FORMIGA I: Majestade, tem alguém lá fora precisando de ajuda e está gritando por socorro.
RAINHA: Chame a equipe de resgate e salve a criatura... Depressa, anda...
FORMIGA I: Nossa! É a egolanda. Vamos levar a fujona pra rainha.
NARRADOR: Chegando ao formigueiro, para espanto geral, a rainha mandou que arrumassem o melhor quarto e chamassem os melhores médicos. Cuidou pessoalmente dela durante muitos dias, até que Egolanda despertou. Abriu os olhos e viu a grande rainha à sua frente.
RAINHA: Ei filha, está melhor?
EGOLANDA: Majestade o que estou fazendo aqui: só me lembro de estar me afogando naquela lagoa de melado...
RAINHA: Retiramos você de lá. Agora você tem que descansar para ficar completamente boa. Está com fome?
EGOLANDA: Sim.
RAINHA: Traga sopa, por favor. Agora que você já está um pouco melhor, vou voltar às minhas tarefas. As enfermeiras cuidarão bem de você.
NARRADOR: Sentindo-se amparada, egolanda começou a se lembrar do que havia feito. Lembrou-se que havia negado partilhar sua descoberta com as irmãs e não compreendia porque estavam tratando dela tão bem. Já não era mais rica, já não tinha mais nada a oferecer.
EGOLANDA: Majestade, por que vocês estão me tratando assim depois de tudo o que eu fiz?
RAINHA: O que você fez não foi correto, mas existe algo que você não está levando em consideração.
EGOLANDA: O quê? 
RAINHA: É que nós amamos você.
NARRADOR: Diante daquelas palavreas, Egolanda começou a chorar. Desejou naquele momento ter morrido na lagoa, tamanha a vergonha que sentia.
RAINHA: Espero que você sare logo para que possa voltar ao trabalho.
EGOLANDA: A senhora não vai me castigar por tudo o que eu fiz?
RAINHA: Você não acha, filha, que já se castigou o bastante? É muito bom que esteja de volta.
NARRADOR: A rainha retirou-se do quarto e Egolanda chorou por muito ... E muito tempo. Chorava não mais de vergonha do que havia feito, mas de felicidade, porque havia compreendido que o tesouro maior neste mundo só os amigos que conseguimos conquistar com o perdão, amor e solidariedade.


MÚSICA: A LIÇÃO DA FORMIGUINHA. 

LIVRO - CASTELO DE AÇUCAR - ESPIRITO VOVÓ AMÁLIA - ROBSON DIAS- FEB










Aula - Familia

OFICINA DOBRADURA - ENCONTRO DA FAMILIA



aartenaevangelizacaoespirita.blogspot.com.br

Espiritismo para Crianças - A Massa de Bolo





A massa de bolo

Eduarda, de nove anos, morava em bairro bastante agradável da cidade. Na vizinhança tinha vários amigos e costumavam brincar na rua tranquila. Certo dia, eles viram chegar um caminhão de mudanças. Ficaram alegres ao ver um garoto mais ou menos da idade deles. Duda aproximou-se do menino e disse:
— Olá! Eu sou Eduarda. Eu e meus amigos brincamos aqui na rua. Quer participar?
— Se toca, garota! Não costumo ter amizade com gente como vocês. Vá procurar sua turma — resmungou irritado o garoto, com cara fechada.
Duda baixou a cabeça, chateada, e voltou para junto dos amigos, contando o que ele tinha dito. Todos ficaram tristes, pois nunca tinham encontrado alguém assim. Resolveram não se preocupar mais com o novo vizinho e voltaram a brincar. 
Porém, logo perceberam que não teriam mais paz no bairro. Desse dia em diante, tudo foi ficando mais difícil. O garoto, João, matriculado na classe de Duda, juntou-se com um bando de meninos do tipo dele, passando a criar problemas para todos os demais.
Duda e seus amigos não brincavam mais na rua, pois eles estragavam tudo. Cortavam a bola com canivete; se estavam lendo revista ou livro, eles rasgavam, depois saíam correndo. Tudo isso dando gargalhadas.
 
O bairro, antes tão agradável, passou a ficar triste, sem a alegria das crianças. Um dia, Duda voltou para casa e foi até a cozinha, onde sua mãe fazia um bolo. Ao vê-la, a mãe percebeu que estava triste e perguntou a razão.
— Ah, mamãe! Lembra-se daquele menino que mudou há pouco para cá? Ele é terrível! — respondeu a menina com lágrimas a lhe descerem pelo rosto.
E Duda contou à mãe o que estava acontecendo. A mãe ouviu, enquanto
continuava a mexer a massa do bolo. Depois disse:
— Filha, você já viu o que faz o fermento quando colocado na massa?
— Mãe!... — exclamou a menina indignada — Eu estou contando um problema e você vem me falar de bolo e de fermento?!...
— Duda, a massa e o fermento têm tudo a ver com seu problema. Jesus nos ensinou que um pouco de fermento leveda a massa toda, isto é, faz a massa crescer bastante. Porém Jesus queria nos ensinar que com nossos pensamentos, com nossas atitudes, podemos agir como o fermento, mudando a situação que estamos enfrentando!
— Entendi. Quer dizer que preciso achar um modo de mudar a situação. Mas como? — a garota murmurou e depois se pôs a pensar, calada.
— As pessoas que agem assim, com mau humor, violência, agressividade, geralmente são frágeis, guardam problemas sérios, e essa é a maneira de jogarem para fora o que sentem. Entendeu? — explicou a mãe.
— Sim, mamãe. Vou conversar com a turma e ver o que podemos fazer.
Mas no dia seguinte João não foi à escola. Nem nos outros dias. Preocupada, Duda resolveu ir visitá-lo. Chegando à casa dele, bateu palmas e uma senhora veio abrir.
— Bom dia! Eu sou Eduarda, colega do João na escola. Fiquei preocupada e vim saber o que está acontecendo com ele.
A senhora, que tinha expressão cansada, triste, abriu leve sorriso.
— Entre, Eduarda. João está doente. Venha até o quarto dele.
Ela disse que não precisava, só queria saber como ele estava. Mas a dona da casa insistiu e Duda entrou no quarto dele. Por dentro, estava tremendo de medo. Ao vê-la, o garoto ficou surpreso e mostrou certa satisfação. A mãe, alegando serviço, deixou-os a sós.
 
— Olá, minha vizinha. O que a trouxe aqui? Veio ver se eu já morri?
— Eu estava preocupada com você, João. Há dias não vai às aulas.
— Pois não precisava se preocupar. É só uma gripe. Também não me chame de João. Não gosto.
— E por quê? É um nome lindo! João foi
o mais jovem apóstolo de Jesus, e era muito ligado ao Mestre. Deve ser por isso que seus pais lhe deram este nome!
— Não. É porque meu pai chama-se João. Por isso não gosto do meu nome.
— Pois acho que deve se orgulhar dele. Meu pai me contou que, após a crucificação, tudo ficou difícil para os seguidores de Jesus. Maria, sua mãe, ficou sozinha e foi morar longe com uns parentes. Alguns anos depois, João foi procurá-la e convidou-a a ir com ele para Éfeso, onde ele tinha conseguido uma casinha e trabalhava na divulgação dos ensinamentos de Jesus. Maria foi e ficou com João até o fim da vida.  
Quando Duda terminou de contar, João estava com os olhos úmidos.
— Linda história. Agora vejo que nada tem a ver com meu pai, que se irrita por qualquer coisa, e fica violento, bruto, e bate em todos que estão por perto.
Naquele momento, Duda notou as marcas que ele tinha nos braços, no rosto e sentiu muita pena. Lembrando o que a mãe dissera, ela repetiu:
— João, seu pai não deve ser assim porque quer. No íntimo, ele deve ter muitos problemas que não consegue resolver. Tenha piedade dele.
O menino olhou para ela e pegou na sua mão, dizendo:
— Eduarda, você não sabe o bem que me fez hoje. Estava péssimo e sinto-me bem melhor. Você me desculpa? Sei que a magoei bastante.
— Não tenho o que perdoar, João. Posso vir outras vezes?
— Claro! E traga seus amigos. Quero conhecê-los melhor. Se forem como você...
Duda sorriu e despediu-se, depois foi embora pensando: Quanto bem pode fazer um pouco de amor e de atenção. Mas todos naquela casa precisam de ajuda. A mãe é muito triste e o pai deve ter muitos problemas. Vou falar com meus pais. Quem sabe eles possam ajudá-los? O Senhor estava certo, Jesus. Um pouco de fermento é suficiente para fazer toda a massa crescer. Obrigada!
E de ânimo renovado Eduarda voltou para seu lar, onde havia amor e tranquilidade.
Entrando em casa, sentiu o cheiro de bolo que acabara de assar. Sorriu e pegou o pedaço de bolo que sua mãe lhe deu, dizendo:
— Obrigada, mamãe! O que não faz um pouco de fermento na massa, não é? 

MEIMEI
 
(Recebida por Célia X. de Camargo, em 8/07/2013.)      
http://www.oconsolador.com.br/ano7/324/espiritismoparacriancas.html
                                                    

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Aula - Plano Espiritual


Atividade: Construções Espirituais

Este joguinho, estou postando aqui bem simples, somente para dar aquele "empurrãozinho" na inspiração de cada um.
O tema era Plano Espiritual e, na evangelização anterior foi Imortalidade da Alma, então, os temas se encadearam naturalmente.
Meu objetivo era levar a criança a entender que, se somos espíritos imortais, nossa morada verdadeira é o plano espiritual, e são as nossas atitudes aqui que indicam como será a nossa vida lá. Se optarmos por atitudes positivas, construiremos uma boa morada, uma vida feliz, no plano espiritual.
Para ilustrar, fizemos a brincadeira, onde as crianças iam, através de boas atitudes, construir a casa no plano espiritual. Eram crianças pequenas, de até 6 anos.
Levei um cartaz escrito “As construções espirituais” com uma casa esboçada faltando as partes, para que as crianças achassem as peças e a montassem. As peças eram conseguidas através de uma brincadeira, da qual vou postar apenas 4 tarefas. Mas, na verdade, pode-se completar para fazer até os tijolinhos da casa (que aliás foi como eu fiz), ou seja, no cartaz tem apenas o esboço indicando onde cada peça será colada. E cada peça tem uma atividade interligada a ela, já que indica virtude. As atividades ou tarefas devem ser condizentes com a virtude que representa a peça. Veja o exemplo:

1) Para ganhar o alicerce, onde estava escrito: “Evangelho de Jesus”, as crianças tiveram que achar, dentro de uma caixa com vários objetos, as figuras dos livros de Allan Kardec.
2) Para ganhar a Disciplina, as crianças tinham que colocar na ordem correta os livros de Allan Kardec que tiraram de dentro da caixa.
3) Para ganhar a Caridade, as crianças tiveram que montar o quebra-cabeças grande que levei, com uma cena de gentileza.
4) Para ganhar o Perdão, as crianças tiveram que resolver o labirinto gigante que preparei (três folhas de papel craft) para reconciliar os dois irmãos que estão brigados.

Entendeu a técnica?
Pode ser adaptado a qualquer idade. Qualquer uma mesmo, pois já fiz com jovens, em um jogo estilo gincana, bem cooperativo e eles amaram. Para os menores, a casa que construímos era bem grande mesmo. Foi feita com papel cartão na época, para maior resistência, tudo colorido. E foi tijolo por tijolo. Vale lembrar que todas as peças terão a virtude correspondente escrita nelas com letras o maior possível. E isso vale mesmo para as crianças que ainda não sabem ler.
Basta adaptar as tarefas  que dá muito certo. Como fazer isso? Imaginando cada uma de minhas crianças, o que gostam, o que sentirão, o que ajudará com que entendam os objetivos da evangelização...
Ah, usei, como eu disse, para o tema Plano Espiritual. Mas pensa nessa brincadeira adaptada para o tema Família, ou Lar... Não seria legal?

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Aula - Lindos Casos de Bezerra de Menezes

LINDOS CASOS DE BEZERRA DE MENEZES


Uma carroça de alimentos...

Bezerra de Menezes não fora, com alguns de seus admiradores supõem um despreocupado com o Dia de Amanhã, com a assistência á família, com o seu e o futuro dos seus queridos entes familiares. Não. Sabia como poucos ater-se á disciplina do necessário, a desprezar o supérfluo, a não se apegar ás coisas materiais com prejuízo de seu envolvimento espiritual e da vitoria de sua Missão. Aceitava o pagamento dos clientes que lhe podiam pagar e dava aos pobres e estropiados o que podia dar inclusive algo de si mesmo. Preocupava-se, isto sim, com o futuro de seu Espírito e dos Espíritos daqueles que o Pai lhe confiou. Dia a dia, examinava-se, revia-se interiormente, para se certificar se era mais de Jesus e Jesus era dele, se a distancia psíquica entre ele e o Mestre era menor, se cumpria, como prometera, sua Tarefa testemunhal. E tudo lhe corria bem. As dividas eram pagas pontualmente. Nenhum compromisso deixava de ser cumprido. Os filhos eram educados cristãmente. Jesus morava no seu lar e dentro de seu Coração e dos Corações de seus queridos entes familiares, norteando-lhes a existência e fazendo-a vitoriosa. Numa manhã, no entanto, houve no lar uma apreensão. O celeiro estava vazio, sem viveres para o jantar... Na véspera, Bezerra havia restituído a importância das consultas aos seus clientes pobres, porque, por intuição, compreendera que apenas, possuíam o necessário para a compra dos medicamentos. Agradecera a boa intenção do farmacêutico, mas achava que não podia guardar aquela importância... Junto com a esposa, ciente e consciente da situação, ficara a pensar. Vestira e saíra, consolando a querida companheira e dizendo-lhe: - Não se preocupe, nada nos faltará, confiemos em Deus! Ao regressar, á tardinha, encontra a esposa surpresa e um pouco agastada, que lho diz: - Por que tamanho gasto! Não precisava preocupar-se tanto, comprando alimentos demais e que podem estragar-se... Mas, que acontecera? - Logo assim que você saiu, explica-lhe a esposa, recebemos uma carroça de alimentos... E levando-o á despensa, mostrou-lhe os sacos, os embrulhos, os amarrados de viveres, que recebera... Bezerra olhou para tudo aquilo e emocionou-se! Nada comprara e quem, então, lhe teria enviado tão grande dádiva se não Deus, através de seus bondosos filhos! E abraçando á querida consorte, refugiou-se a um canto da casa para Prece de agradecimento ao Pai de Amor, que lhe vitoriava a Missão, confirmando-lhe o Ideal Cristão e como a lhe dizer: - Por preocupar-se tanto com o próximo, com todos meus filhos, eu preocupo-me com você e todos os seus também meus filhos! Traduzia e opulentava para o vero Servidor a lição de Jesus, quando nos apontou os lírio dos campos, as aves que não ajuntam em celeiros e se vestem e se alimentam e jamais passam fome...

Livro: Lindos Casos de Bezerra de Menezes Autor: Ramiro G

http://peloscaminhosdaevangelizacao.blogspot.com.br/

Arte e Evangelização









Aula - Lei de Causa e Efeito




Historia retirada do livro: O BESOURO CASCA-DURA
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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Aula

MARIA DE NAZARÉ - JARDIM E MATERNAL

Atividade

Introdutória Descobrir o personagem principal da aula, través de um quebra cabeça
 (figura de Maria dividida em 3 ou quatro partes).



Perguntar:
Quem está na figura?

Narrar a história- Maria de Nazaré 

 Nazaré! Este é o nome de um lugar na Terra, sem igual na história: o lugar onde Maria
 aí vivenciou o dia a dia de todas as mães. Mostrar o Mapa da Palestina (a cidade 
de Nazaré).



Maria era uma jovem muito bondosa e humilde. Morava numa casa simples. Ela
 casou-se com José um carpinteiro.Um dia ela foi informada pelo Plano Espiritual 
que daria a luz a um menino: ele se chamaria Jesus (Mostrar a figura de Jesus).
Maria trabalhava no tear (falar o que é tear) além de tecer fazia o serviço de casa,
 cozinhava, cuidava do jardim.
Maria acompanhou Jesus  durante toda a sua vida, até o começo de sua missão
. Aliás, se todos os filhos de hoje respeitassem seus pais como Jesus respeitou
 José e Maria saberíamos como é uma verdadeira família.. Maria teve em José
 o companheiro de todas as horas e necessidades.Quando teve que fugir para 
o Egito com Jesus ainda pequeno, foi José que conduziu a pé, o animal que 
a levava. Sabiam, José e Maria da missão de seu filho e apoiavam como 
podiam para que ela se concretizasse.
Maria, apesar  dos afazeres domésticos, sempre achava tempo e recursos
 para a prática da caridade. Distribuía amor e com amor o pouco que possuía.
 Uma visita, um gesto,  um  prato de comida....
Por sua obra como mãe, esposa e filha, Maria é exemplo maior para todas
 as mulheres deste nosso planeta. Sua dedicação, seu amor, sua humildade,
 seu companheirismo são exemplos para todas a mulheres. Se Jesus nos deu
 o arquétipo (modelo) Máximo do Ser  Humano neste planeta, Maria nos legou 
o arquétipo Máximo da mulher.


ATIVIDADE:

Dividir as crianças em subgrupos e para cada um destes apresentar em cartolina
 o contorno de uma flor (grande) com a figura de Maria no centro da flor. 
Pedir que as crianças façam bolinhas de papel crepom e colem no contorno da flor.
 Solicitar às crianças que digam e escrevam “coisas bonita” sobre Maria.
 Eles vão escrevendo as frases  nas pétalas da flor
. No final colocar no mural as flores que representarão o carinho de toda a turma
 por Maria de Nazaré.

domingo, 23 de junho de 2013

Recurso Didático - Livro sem Palavras

HISTÓRIA DO LIVRO SEM PALAVRAS





Trata-se de um livrinho colorido, no qual usamos como visual, para
evangelizar as crianças. Você pode fazer um, usando papel- cartão,
verde,.dourado, vermelho, preto e branco.

(Mostre a capa verde)

Aprendemos sobre muitas coisas verdes que Deus fez. Quem pode
me dizer uma coisa verde que Deus criou? Deus fez um lindos jardins
verdinhos

(Mostre a página dourada)

Temos  outro lindo lar, esperando por nós.  O lindo lar que é no Plano Espiritual..
Deus nos ama. Ele quer que um dia vamos morar nesse lindo lar . Mas isso depende de nós, de nossas ações e pensamentos. Esse lugar 
 é lindo, lindo, lindo, e lá existe muito amor .
As colônias espirituais são lugares muito alegres. E se nós tivermos o bem proceder, iremos para lá futuramente, quando desencarnarmos.

(Mostre a página vermelha)

Esta cor vermelha faz-nos lembrar de muita energia. Jesus sempre teve muita energia e vontade firme para nos ajudar a sermos pessoas melhores. Por isso Ele encarnou junto a nós; para seguirmos o seu exemplo de trabalho incansável em torno do próximo.
 Deus, Cristo e Caridade, esse é o lema que devemos ter em nosso coração.

(Mostre as páginas preta e branca)

Este preto representa os vícios - morais e materiais. Essa cor representa nossas limitações, nossos erros, nosso endurecimento e resistência em nos transformarmos moralmente.

E a cor branca representa todas as virtudes. Algumas já conquistamos e outras ainda conquistaremos. O esforço para que isso aconteça deve ser contínuo. Evoluindo, passo-a-passo, construiremos nossa felicidade plena.

(cante um corinho que fale de Jesus e depois toque um CD de música
infantil bem baixinho).

Alguns de vocês já conhecem Jesus. E, quem sabe, conversar com Ele em uma prece ou agradecimento. Se você quer, venha até a frente para que possamos ouvi-lo...


ATIVIDADES PARA O LIVRO SEM PALAVRAS:
1. Livrinho sem palavras: monte com as crianças

2. passeio na natureza: Mostre uma cor para as crianças, e elas terão que
dizer uma criação correspondente aquela cor. ex: azul - céu; vermelho - flor;
verde - grama... etc.

3.Recapitulando a história: Permita a participação das crianças, deixando-as
manusear os visuais, contar a história, etc.

4. As crianças podem fazer desenhos sobre a criação em pratos de papelão.

5. Jogo da memória: Em 16 quadrados de cartolina, da mesma cor, cole
figuras sobre a criação, 8 pares diferentes. Os quadrados estarão virados
sobre a mesa. O professor fará as perguntas a respeito da lição, e a criança
que responder corretamente poderá escolher dois quadrados. Se as figuras
escolhidas formarem um par, a criança ficará segurando os 2 quadrados. Se
a criança não acertar o par, os quadrados serão devolvidos a mesa.

( de acordo com a maturidade das suas crianças, poderá ou não deixar as
figuras virada para cima, quando devolvidas a mesa. Use sabedoria. É
preciso ser uma atividade gostosa, além de ajudar no aprendizado. De
maneira alguma deve ser frustrante para as crianças.)

Perguntas para revisão