sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Aula - A Galinha Afetuosa

A GALINHA AFETUOSA

  Gentil galinha, cheia de instintos maternais, encontrou um ovo de regular tamanho e espalmou as asas sobre ele, aquecendo-o carinhosamente. De quando em quando, beijava-o, enternecida. Se saía a buscar alimento, voltava apressada, para que lhe não faltasse calor vitalizante. E pensava garbosa: - "Será meu pintainho! será meu filho!”. Em formosa manhã de céu claro, notou que o filhotinho nascia robusto. Criou-o, com todos os cuidados. No entanto, em dourado crepúsculo de verão, viu-o fugir pelas águas de um lago, sobre as quais deslizava contente. Chamou-o, como louca, mas não obteve resposta. O bichinho era um pato arisco e fujão. A galinha, desalentada por haver chocado um ovo que lhe não pertencia à família, voltou muito triste, ao velho poleiro; todavia, decorrido algum tempo e encontrando outro ovo, repetiu a experiência. Nova criaturinha frágil veio à luz. Protegeu-a, com ternura, dedicou-se ao filho com todas as forças, mas, em breve, reparou que não era um pintainho qual fora, ela mesma, na infância. Tratava-se dum corvo esperto que a deixou em doloroso abatimento, voando a pleno céu, para juntar-se aos escuros bandos de aves iguais a ele. A desventurada mãe sofreu muitíssimo. Entretanto, embora resolvida a viver só, foi surpreendida certo dia, por outro ovo, de delicada feição. Recapitulou as esperanças maternas e chocou-o. Dentro em pouco, o filhote surgia. A galinha afagou-o, feliz, com o transcurso de algumas semanas, observou que o filho já crescido perseguia ratos à sombra. Durante o dia, dava mostras de perturbação e cego; no entanto, em se fazendo a treva, exibia olhos coruscantes que a amedrontavam. Em noite mais escura, fugiu para uma torre muito alta e não mais voltou. Era uma coruja nova, sedenta de aventuras. A abnegada mãe chorou amargamente. Porém, encontrando outro ovo, buscou ampará-lo. Aninhou-se, aqueceu-o e, findos trinta dias, veio à luz corpulento filhote. A galinha ajudou-o como pôde, mas, em breve, o filho revelou crescimento descomunal. Passou a mirá-la de alto a baixo. Fêz-se superior e desconheceu-a. Era um pavãozinho orgulhoso que chegou mesmo a maltratá-la. A carinhosa ave, dessa vez, desesperou em definitivo. Saiu do galinheiro gritando e dispunha-se a cair nas águas de rio próximo, em sinal de protesto contra o destino, quando grande galinha mais velha a abordou, curiosa, a indagar dos motivos que a segregavam em tamanha dor. A mísera respondeu, historiando o próprio caso. A irmã experiente estampou no olhar linda expressão de complacência e considerou, cacarejando: - Que é isto amiga? não desespere. A obra do mundo é de Deus, nosso Pai. Há ovos de gansos, perus, marrecos, andorinhas e até de sapos e serpentes, tanto quanto existem nossos próprios ovos. continue ajudando em nome do Poder Criador; entretanto, não se prenda aos resultados do serviço que pertencem a Ele e não a nós, mesmo porque a escada para o Céu é infinita e os degraus são diferentes. Não podemos obrigar os outros a serem iguais a nós, mas é possível auxiliar a todos, de acordo com as nossas possibilidades. Entendeu? A galinha sofredora aceitou o argumento, resignou-se e voltou mais calma, ao grande parque avícola a que se filiava. O caminho humano estende-se, repleto de dramas iguais a este. Temos filhos, irmãos e parentes diversos que de modo algum se afinam com as nossas tendências e sentimentos. Trazem consigo inibições e particularidades de outras vidas que não podemos eliminar de pronto. Estimaríamos que nos dessem compreensão e carinho, mas permanecem imantados a outras pessoas e situações, com as quais assumiram inadiáveis compromissos. De outras vezes, respiram noutros climas evolutivos. Não nos aflijamos, porém. A cada criatura pertence à claridade ou a sombra, a alegria ou a tristeza do degrau em que se colocou. Amemos sem o egoísmo da posse e sem qualquer propósito de recompensa, convencidos de que Deus fará o resto. 


  Do livro Alvorada Cristã,Neio Lúcio  Psicografia de Francisco Cândido 



















Homenagem - Meimei


''Seu nome de batismo aqui na terra, foi Irma Castro.
Nasceu a 22 de outubro de 1922, em Mateus Leme ( Minas Gerais).
Aos dois anos de idade sua família transferiu-se para Itaúna (Minas Gerais). Constava de pai, mãe e quatro irmãos: Ruth, Carmem, Alaíde e Danilo. Os pais eram Adolfo e Mariana Castro.
Com 5 anos ficou órfã de pai. Meimei foi, desde criança, diferente de todos pela sua beleza físi -
ca e inteligência invulgar.
Era alegre, comunicativa, espirituosa, espontânea.
O convivio com ela, em família foi para todos uma dádiva do céu.
Cursou com facilidade o curso primário, matriculando-se depois na escola normal de Itaúna; porem a moléstia que sempre a perseguia desde pequena - nefrite - manifestou-se mais uma vez quando cursava com brilhantismo o segundo grau normal.


''Sendo a primeira aluna da classe, teve que abandonar os estudos.
Mas, muito inteligente e ávida de conhecimentos, foi apurando sua cultura através de boa leitura, fonte de burilamento do seu espírito.
Onde quer que aparecesse era alvo de admiração de todos.
Irradiava beleza e encantamento, atraindo a atenção de quem a conhecesse. Ela, no entanto, modesta, não orgulhava dos dotes que Deus lhe der

a. Profundamente caridosa, aproximava-se dos humildes com a esmola que podia oferecer ou com uma palavra de carinho e estímulo. Pura, no seu modo simples de ser e proceder, não era dada a conquistas próprias da sua idade, apesar de ser extremamente bela. Pertencia à digna sociedade de Itaúna''...


Algum tempo depois transferiu-se para Belo Horizonte, em companhia de uma das irmãs, Alaíde, a fim de arranjar colocação.
Estava num período bom de saúde, pois a moléstia de que era portadora ia e vinha, dando-lhe até, às vezes, a esperança de que havia se curado. Foi nessa época que conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 Janeiros de idade.
Viviam um lindo sonho de amor que durou 2 anos apenas, quando adoeceu novamente. Esteve acamada três meses, vitima da pertinaz doença - nefrite crônica. Apesar de todos os esforços e desvelos do esposo, cercada de médicos, veio a falecer no dia 1º de outubro de 1946, em Belo Horizonte.


Logo depois, seu espírito já esclarecido, começou a manifestar-se através de mensagens psicografadas por Francisco Cândido Xavier, e prossegue nessa linda missão de esclarecimento e consolo, em páginas organizadas em várias obras mediúnicas, que tem se espalhado por todo o Brasil e até além das nossas fronteiras.
Seu nome ''Meimei'', agora tão venerado como ''Espírito de Luz'', foi lhe dado em vida carinhosamente, pelo seu esposo Arnaldo Rocha.


''QUERIDA E BEM AMADA''
O apelido ficou em segredo entre os dois, sendo usado apenas nos momentos íntimos. Quando ela desencarnou começou a usá-lo na assinatura de suas psicografias, através do médium Francisco Cândido Xavier. Foi quando o fato veio a público.
A família de Meimei era católica . A de Arnaldo era espirita.
Mas ele era ateu, radical e convicto, tendo se convertido depois ao espiritismo.
Mas certamente a razão era ela, de onde aparecesse, querida e admirada por todos, irradiando beleza e encantamento entre os que tiveram a ventura de conhecê-la...

( Meimei / Francisco Cândido Xavier - Livro Meimei Vida e mensagem )


Reciclando


Facebook - Salve o Planeta

História - A Pedra no Caminho


A PEDRA NO CAMINHO

Conta-se que um rei, que viveu num país além-mar, há muito tempo, era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos ao seu povo.
Frequentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis. Mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso.
Nada de bom pode vir a uma nação - dizia ele - cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas.
Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.
Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que levava para a moagem na usina.
Quem já viu tamanho descuido? Disse ele contrariado, enquanto desviava sua carroça e contornava a pedra.
Por que esses preguiçosos não mandam retirar esta pedra da estrada?
E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.
Logo depois, um jovem soldado veio cantando pela estrada. A longa pluma de seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia da sua cintura.
Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra, mas tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento.
Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que, insensatamente, haviam largado aquela pedra imensa na estrada.
Então, ele também se afastou sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.
E assim correu o dia... 
Todos que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra no meio da estrada, mas ninguém a tocava.
Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho, mas disse a si mesma:
Já está escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho.
E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar.
Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: Esta caixa pertence a quem retirar a pedra.
Ela a abriu e descobriu que estava cheia de ouro.
O rei então apareceu e disse com carinho:
Minha filha, com frequência encontramos obstáculos e fardos no caminho.
Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles, se assim preferimos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam.
A decepção, normalmente, é o preço da preguiça.
Então, o sábio rei montou em seu cavalo e, com um delicado boa noite, retirou-se.

* * *

Não há dor sem causa nem lágrimas sem procedência justa. Nossos obstáculos de agora foram tecidos por nós mesmos. Tenhamos, pois, a coragem de eliminá-los a golpes de esforço próprio, baseados na caridade, que é luz acesa em nosso roteiro de ascensão para Deus.

Redação do Momento Espírita


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outros-temas/a-pedra-no-caminho-historia-infantil/#ixzz2APPUXVQ8

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Aula - Valores

VALORES




Aula - Família

Fica a dica: FAMÍLIA


Sugestao de Blog


Filosofia Espírita para Crianças- PARTE 2





SUGESTÕES DE ATIVIDADES

E MATERIAL DE APOIO

PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS


Segundo a proposta da Filosofia Espírita para Crianças


Organização:
Rita Foelker


Parte II


Conteúdo:

Equilibrando o tripé
(por Cristina Helena Sarraf)
Temas:
5. REENCARNAÇÃO
5 a . LEI DE REPRODUÇÃO
6. EVOLUÇÃO
6 a . LEI DE PROGRESSO
6 b . LEI DE CONSERVAÇÃO
7. LIVRE-ARBÍTRIO
7 a . LEI DE LIBERDADE
8. CAUSA E EFEITO
8 a . LEI DE JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE


Agir por reflexo é impulso, agir por reflexão é educação, é conquista.
 (Jaime Togores, do Grupo FEPC)


SÓ CLICAR NO LINK:


PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS


Segundo a proposta da Filosofia Espírita para Crianças



Filosofia Espírita para Crianças- PARTE 3







SUGESTÕES DE ATIVIDADES

E MATERIAL DE APOIO


Organização:
Rita Foelker

Parte III

Conteúdo:

9. FLUIDOS
10. PERISPÍRITO
11. MEDIUNIDADE
12. PLURALIDADE
DOS MUNDOS HABITADOS
13. INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS
NA NOSSA VIDA
13. a  LEI DE SOCIEDADE
14. INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS
NOS FENÔMENOS DA NATUREZA


SÓ CLICAR NO LINK:

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Mensagem

SÚPLICA DA CRIANÇA.


Meimei

      Senhor! ...
      Disseram os homens que me queriam tanto, mas ao atingir-lhes a casa, não dialogaram comigo, segundo as minhas necessidades.
      Quase todos me ofereceram um berço enfeitado, mas poucos me deram o coração.
      Afirmam que devo procurar a felicidade, entretanto, não sei como fazer isso, se os vejo a quase todos sofrendo e rebelando-se por não aceitarem as disciplinas da vida.
      Escuto-lhes as lições de paz, contudo, acompanho-lhes as rixas em vista de estarem sempre exigindo o maior quinhão de recursos da Terra.
      Recomendam-me buscar a alegria, mas, muitas vezes, observo que está misturado de lágrimas o leite que me estendem.
      Erguem palácios para mim, no entanto, entre as paredes dessas mansões coloridas e belas, renovam, a cada dia, reclamações e queixas que não sei compreender, nem registrar.
      Explicam que preciso praticar o perdão e, ao mesmo tempo, muitos me mostram como exercitar a vingança.
      Senhor! ...
      Que será de mim, neste grande mundo que construíste entre as estrelas, sempre adornado de flores e aquecido de Sol, se os homens me abandonarem?
      Fazei que eles reconheçam que dependo deles como o fruto depende da árvore. E, tanto quanto seja possível , dizei-lhes, Senhor, que terei comigo apenas o que me derem e que posso ser, enquanto estiver aqui, unicamente o que eles são.

ANTOLOGIA DA CRIANÇA - Francisco Cândido Xavier  -  Autores Diversos
http://conscienciaevida.blogspot.com.br

Mensagens - Dia das Crianças

Mensagens para o Dia das Crianças
Poderão ser  afixadas nas salinhas para receber as crianças.




terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aula - Valorização da Própria Vida


PAULO E ESTEVÃO
70 ANOS





VALORIZAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA

Objetivo:

 Valorizar a existência aproveitando bens e oportunidades recebidos.

 Atividade Introdutória

 Colocar dentro de uma caixa figuras divididas pela metade (ver anexos 1 2 e 3). Distribuir uma metade de figura para cada criança.





Pedir a cada criança que procure o colega que está com a outra metade. Juntar as duas metades e pedir que observando a figura formada, falem sobre sua utilidade ou o que sabem sobre ela.

 Atividade Reflexiva

 Narrar a história: A Terra Das Metades

 Avaliar a compreensão através das perguntas:

 – Como Mauro chegou à Terra das Metades? – Como Mauro via os objetos? E o seu corpo? – Mauro sentiu falta da outra metade? Por quê? – Se você estivesse no lugar de Mauro também sentiria falta? – Podemos viver sem parte do nosso corpo, por exemplo, sem a mão, sem a perna ou sem os braços? – Seria mais fácil ou mais difícil fazer as coisas? – As pessoas que são assim são menos importantes? – Que outras coisas boas recebemos de Deus, além do corpo?

 Dialogar a respeito dos seguintes conceitos:

 O corpo que temos, perfeito ou não, é sempre importante. Nunca devemos caçoar das pessoas que têm defeitos no corpo. Devemos cuidar bem do nosso corpo porque precisamos dele para brincar,estudar,passear, trabalhar... Devemos sentir-nos felizes por todas as coisas boas que Deus nos deu. Atividade Criativa Formar duplas com as crianças. Pedir que recortem, em papel colorido e de acordo com o modelo abaixo a “flor-coração”. Colar as partes e cada um terá uma flor de cor diferente.

Pedir que as crianças montem um painel com as “flores-coração”, formando o Jardim de Jesus. Comentar que, para Jesus, cada criança é como uma flor do Seu jardim. As flores podem ser diferentes. As crianças também podem ser diferentes. Mas, todas são importantes... Todas nasceram para serem felizes.

 Harmonização Final/ Prece

 A TERRA DAS METADES

 Mauro, deitado na sua cama (flanelogravura 1) olhava as nuvens através de janela do seu quarto.



Pareciam montinhos de algodão-doce que caminhavam lentamente pelo céu... (flanelogravuras 2 e 2a).

  

De repente, Mauro sentiu-se subindo, subindo e... as nuvens desapareceram (retirar flanelogravuras 1, 2 e 2a ).

Mauro olhou à sua volta (flanelogravura 3). Que coisa esquisita! As árvores eram grandes, mas parecia que faltava um pedaço delas (flanelogravura 4). O menino foi caminhando por uma rua. Passou um carro (flanelogravura 5). “Que carro esquisito!” pensou.

Pouco depois ouviu um grande barulho sobre sua cabeça. Que susto! Mauro abaixou-se enquanto passava um avião (flanelogravura 6) tão baixo que parecia que ele ia cair. “Mas esse avião é diferente”... pensou. Pela rua passaram dois meninos que iam para a escola (flanelogravuras 7 e 8). Foi quando Mauro descobriu o que havia de diferente naquele lugar. Observem e vejam se vocês também descobrem. Isso mesmo! Só existia a metade das pessoas! E tudo era assim naquela lugar: só a metade! Mauro foi andando até chegar a uma loja onde havia um espelho. Olhou-se e... que surpresa! Também ele mesmo só existia pela metade! (flanelogravura 9)


– Como pode acontecer isto? - gritou. Mauro não pode mais andar como antes. Pulava num pé só. No começo achou engraçado, mas depois ficou muito cansado. Que falta lhe fazia a outra perna!... Resolveu atravessar a Ponte de Um Lado Só (flanelogravura 10).

Mas faltava-lhe justamente o braço e a mão do lado da grade de proteção da ponte e ele não tinha onde se apoiar. Que fazer? Adivinhem o que ele fez (ouvir as crianças). Virou-se de costas (flanelogravura 11) e foi pulando apoiado na grade (movimentar Mauro sobre a ponte) até chegar do outro lado (flanelogravura 12). 



Mauro viu uma árvore carregada de frutos maduros (flanelogravura 13). Correu em direção a ela (movimentar a flanelogravura 12) mas, com um olho só, não percebia bem que estava tão perto e... tabum! Bateu nela e caiu desmaiado. Quando acordou, Mauro estava... em sua caminha! (novamente a flanelogravura 1). Correu para o espelho e viu-se inteirinho, com seus dois olhos, os dois braços, os dois pés, tal como Deus o fez... (flanelogravura 14). Tudo tinha sido apenas um sonho, mas ele compreendeu que todo o seu corpo é importante... e deve cuidar muito bem dele.
http://peloscaminhosdaevangelizacao.blogspot.com.br/