terça-feira, 4 de setembro de 2012

Aula - Multiplicação dos Pães




Música: Multiplicação dos Pães (Paródia)
"Vou deixar aqui uma dica de uma evangelização recente que fiz sobre este tema.
Primeiro vamos estudar!!!! Não pula pra atividade não, hein. Olha a responsabilidade, rs.

Roteiro:
PASSAGEM DO EVANGELHO

Mateus 15:32 Jesus chamou os seus discípulos, e disse: Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que eles estão comigo, e não têm o que comer; e não quero despedi-los em jejum, para que não desfaleçam no caminho.


 
Mateus 15:33 Disseram-lhe os discípulos: Donde nos viriam num deserto tantos pães, para fartar tamanha multidão?
 
Mateus 15:34 Perguntou-lhes Jesus: Quantos pães tendes? E responderam: Sete, e alguns peixinhos.
 
Mateus 15:35 E tendo ele ordenado ao povo que se sentasse no chão,
 
Mateus 15:36 tomou os sete pães e os peixes, e havendo dado graças, partiu-os, e os entregava aos discípulos, e os discípulos á multidão.
 
Mateus 15:37 Assim todos comeram, e se fartaram; e do que sobejou dos pedaços levantaram sete alcofas cheias.
 
Mateus 15:38 Ora, os que tinham comido eram quatro mil homens além de mulheres e crianças.
 
Mateus 15:39 E havendo Jesus despedido a multidão, entrou no barco, e foi para os confins de Magadã.

PLANO DE AULA DA PASTA AZUL: Do programa de Evangelização Da União Espírita Mineira
 
TEMA: 4.4 — FATOS EXTRAORDINÁRIOS DA VIDA DE JESUS
 
 
A) IDEIAS BÁSICAS
 
• Ensina-nos a Doutrina Espírita que o maravilhoso ou o sobre-natural não existe, pois, Deus não criaria leis para serem derrogadas.
 
• Até o século passado todos os acontecimentos que fugiam aos padrões da normalidade e que não podiam ser explicados pelo homem,eram considerados milagrosos, e dentre estes, todos os fatos extraordinários da vida de Jesus.
 
• Coube ao Espiritismo, estudando as leis que regem a mundo espiritual e sua influência no plano físico, aclarar estes fenômenos, dando-lhes explicações justas e racionais.
 
• Os fatos extraordinários da vida de Jesus, são o resultado de sua atuação consciente dentro das leis que universalmente regem os dois planos da vida (física e espiritual) e todos visavam sempre o nosso aprendizado e melhoria espiritual, nunca simples demonstração de poder ou evidência pessoal.
 
• Ao espírita torna-se fácil, portanto, analisar e entender estes fenômenos tirando de cada um as conclusões morais que nos auxiliam na melhoria espiritual de que carecemos.
 
• Em A Gênese, segundo o Espiritismo, Allan Kardec relaciona grande número destes acontecimentos da vida de Jesus, explicando-os segundo as orientações doutrinárias que o Espiri¬tismo nos oferece.
  
 
3.Obras Subsidiárias 
 
• — Caminho, Verdade e Vida: Caps. 25, 27, 32, 44, 67 e 68 
 
• — Celeiro de Luz: parte Simão Pedro, item 2 e 4 
 
• — Dicionário da Alma: “Jesus” — Fonte Viva: Caps.92 e 179 
 
• — 1déias e ilustrações: Cap. 9 
 
• — 52 Lições de Catecismo Espírita: 34 
 
• — Luz Acima: Caps. 45 e 46 
 
• — História que Jesus contou (todo) 
 
• — Há Dois Mil Anos: 5 — Pão Nosso:Cap. 21.
 
 
C) REFERÊNCIAS PRÁTICAS PARA 0 DESENVOLVIMENTO DA AULA
 
• — A terra e a força da gravidade 
 
• — 0 avião e a equilíbrio no ar 
 
• — 0 navio e a água (ou o mar) 
 
• — 0 moinho e o fubá
 
• — A terra e a germinação da semente 
 
• — o remédio e a doença 
 
• — A cana, o alcoo1 e o açúcar 
  
D) CONCLUSÃO EVANGÉLICO-DOUTRINÁRIA
 
• Erguendo as mãos, sustando a curso da tempestade, quis a Cristo mostrar que guardamos em nós os meios de asserenar a  dor que surge no coração dos companheiros em sofrimento.
 
• Embora não possamos limpar a chaga do doente leproso, pronunciando simples ordem verbal, podemos alentar-lhe as esperanças ou lavar-lhe as feridas.
 
• Jesus curou obsidiados e obsessores, podemos de nossa parte aliviar, em bálsamos de oração e de amor, a mente desorientada, fronteiriça à loucura.
 
• Refletindo na obra do Messias, cumpre-nos respeitar-lhe a missão e rogar-lhe apoio na caminhada, conquanto não possamos curar, podemos dar de nós mesmos para aliviarmos através da palavra e do trabalho a sofrimento do próximo.
 
  • Livro dos Espíritos 
 
21. A matéria existe desde toda a eternidade, como Deus, ou foi criada por Ele em dado momento?
 
“Só Deus o sabe. Há uma coisa, todavia, que a razão vos deve indicar: é que Deus, modelo de amor e caridade nunca esteve inativo. Por mais distante que logreis figurar o início de Sua ação, podereis concebê-Lo ocioso, um momento que seja?”
 
 
 
22. Define-se geralmente a matéria como sendo - o que tem extensão, o que é capaz de nos impressionar os sentidos, o que é impenetrável. São exatas estas definições?
 
“Do vosso ponto de vista, elas o são, porque não falais senão do que conheceis. Mas a matéria existe em estados que ignorais. Pode ser, por exemplo, tão etérea e sutil que nenhuma impressão vos cause aos sentidos. Contudo, é sempre matéria. Para vós, porém, não o seria.” 

a) - Que definição podeis dar da matéria?
 
“A matéria é o laço que prende o Espírito; é o instrumento de que este se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce sua ação.”
 
Deste ponto de vista, pode dizer-se que a matéria é o agente, o intermediário com o auxílio do qual e sobre o qual atua o Espírito.
 
27. Há então dois elementos gerais do Universo: a matéria e o Espírito?
 
“Sim e acima de tudo Deus, o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas ao elemento material se tem que juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o Espírito e a matéria propriamente dita, por demais grosseira para que o Espírito possa exercer ação sobre ela. Embora, de certo ponto de vista, seja lícito classificá-lo com o elemento material, ele se distingue deste por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse positivamente matéria, razão não haveria para que também o Espírito não o fosse. Está colocado entre o Espírito e a matéria; é fluido, como a matéria, e suscetível, pelas suas inumeráveis combinações com esta e sob a ação do Espírito, de produzir a infinita variedade das coisas de que apenas conheceis uma parte mínima. Esse fluido universal, ou primitivo, ou elementar, sendo o agente de que o Espírito se utiliza, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá.
 
A GENESE – ALLAN KARDEC 
 
CAP. XIII - OS MILAGRES NO SENTIDO TEOLÓGICO
 
1. Na acepção etimológica, a palavra milagre (de mirari , admirar) significa: admirável, coisa extraordinária, surpreendente . A Academia definiu-a deste modo:
 
Um ato do poder divino contrário às leis da Natureza, conhecidas. Na acepção usual, essa palavra perdeu, como tantas outras, a significação primitiva. De geral, que era, se tornou de aplicação restrita a uma ordem particular de fatos. No entender das massas, um milagre implica a idéia de um fato extranatural; no sentido teológico, é uma derrogação das leis da Natureza, por meio
 
da qual Deus manifesta o seu poder. Tal, com efeito, a acepção vulgar, que se tornou o sentido próprio, de modo que só por comparação e por metáfora a palavra se aplica às circunstâncias ordinárias da vida.
 
Um dos caracteres do milagre propriamente dito é o ser inexplicável, por isso mesmo que se realiza com exclusão das leis naturais. É tanto essa a idéia que se lhe associa, que, se um fato milagroso vem a encontrar explicação, se diz que já não constitui milagre, por muito espantoso que seja. O que, para a Igreja, dá valor aos milagres é, precisamente, a origem sobrenatural deles e a impossibilidade de serem explicados. Ela se firmou tão bem sobre esse ponto, que o assimilarem-se os milagres aos fenômenos da Natureza constitui para ela uma heresia, um atentado contra a fé, tanto assim que excomungou e até queimou muita gente por não ter querido crer em certos milagres.
 
Outro caráter do milagre é o ser insólito, isolado, excepcional. Logo que um fenômeno se reproduz, quer espontânea, quer voluntariamente, é que está submetido a uma lei e, desde então, seja ou não seja conhecida a lei, já não pode haver milagres.
 
2. Aos olhos dos ignorantes, a Ciência faz milagres todos os dias. Se um homem, que se ache realmente morto, for chamado à vida por intervenção divina, haverá verdadeiro milagre, por ser esse um fato contrário às leis da Natureza. Mas, se em tal homem houver apenas aparências de morte, se lhe restar uma vitalidade latente e a Ciência, ou uma ação magnética, conseguir reanimá-lo, para as pessoas esclarecidas ter-se-á dado um fenômeno natural, mas, para o vulgo ignorante, o fato passará por miraculoso. Lance um físico, do meio de certas campinas, um papagaio elétrico e faça que o raio caia sobre uma árvore e certamente esse novo Prometeu será tido por armado de diabólico poder. Houvesse, porém, Josué detido o movimento do Sol, ou, antes, da Terra e teríamos aí o verdadeiro milagre, porquanto nenhum magnetizador existe dotado de bastante poder para operar semelhante prodígio. Foram fecundos em milagres os séculos de ignorância, porque se considerava sobrenatural tudo aquilo cuja causa não se conhecia. À proporção que a Ciência revelou novas leis, o círculo do maravilhoso se foi restringindo; mas, como a Ciência ainda não explorara todo o vasto campo da Natureza, larga parte dele ficou reservada para o maravilhoso.
 
3. Expulso do domínio da materialidade, pela Ciência, o maravilhoso se encastelou no da espiritualidade, onde encontrou o seu último refúgio. Demonstrando que o elemento espiritual é uma das forças vivas da Natureza, força que incessantemente atua em concorrência com a força material, o Espiritismo faz que voltem ao rol dos efeitos naturais os que dele haviam saído, porque, como os outros, também tais efeitos se acham sujeitos a leis. Se for expulso da espiritualidade, o maravilhoso já não terá razão de ser e só então se poderá dizer que passou o tempo dos milagres. (Cap. I, nº 18.)
 
 
 
CAP. XV – OS MILAGRES DO EVANGELHO
 
MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES
 
48. A multiplicação dos pães é um dos milagres que mais têm intrigado os comentadores e alimentado, ao mesmo tempo, as zombarias dos incrédulos. Sem se darem ao trabalho de lhe perscrutar o sentido alegórico, para estes últimos ele não passa de um conto pueril. Entretanto, a maioria das pessoas sérias há visto na narrativa desse fato, embora sob forma diferente da ordinária, uma parábola, em que se compara o alimento espiritual da alma ao alimento do corpo.
 
Pode-se, todavia, perceber nela mais do que uma simples figura e admitir, de certo ponto de vista, a realidade de um fato material, sem que, para isso, seja preciso se recorra ao prodígio. É sabido que uma grande preocupação de espírito, bem como a atenção fortemente presa a uma coisa fazem esquecer a fome. Ora, os que acompanhavam a Jesus eram criaturas ávidas de ouvi-lo; nada há, pois, de espantar em que, fascinadas pela sua palavra e também, talvez, pela poderosa ação magnética que ele exercia sobre os que o cercavam, elas não tenham experimentado a necessidade material de comer.
 
Prevendo esse resultado, Jesus nenhuma dificuldade teve para tranqüilizar os discípulos, dizendo-lhes, na linguagem figurada que lhe era habitual e admitido que realmente houvessem trazido alguns pães, que estes bastariam para matar a fome à multidão. Simultaneamente, ministrava aos referidos discípulos um ensinamento, com o lhes dizer: “Daí-lhes vós mesmos de comer.” Ensinava-lhes assim que também eles podiam alimentar por meio da palavra.
 
Desse modo, a par do sentido moral alegórico, produziu-se um efeito fisiológico, natural e muito conhecido. O prodígio, no caso, está no ascendente da palavra de Jesus, poderosa bastante para cativar a atenção de uma multidão imensa, ao ponto de fazê-la esquecer-se de comer. Esse poder moral comprova a superioridade de Jesus, muito mais do que o fato puramente material da multiplicação dos pães, que tem de ser considerada como alegoria.
 
Esta explicação, aliás, o próprio Jesus a confirmou nas duas passagens seguintes.


Atividade que usei para fixação, com meus pré-jovens:
Primeiro pedi que prestassem bem atenção em tudo o que eu falasse durante a exposição, pois fazia parte do jogo. Os mínimos detalhes eram importantes.
 Então, li a parábola e fui ao painel, que era assim:

É o seguinte: Neste painel, cada número é uma pergunta, ou uma frase ou versinho para se completar, ou uma tarefa do tipo cantar uma música de evangelização, etc, referente ao tema. Cada pergunta respondida ou tarefa cumprida, os participantes ganham um pão e um peixinho, para colocarem nos cestinhos que receberam. Têm que ganhar no mínimo 20 pães e 20 peixinhos para "vencerem".
Não dividi a sala em grupos. Todos juntos ficou muito legal.

Exemplo de perguntas que usei:

  • -Há quantos dias estava a multidão sem se alimentar, segundo Jesus?
  • - Nesta passagem qual foi a pergunta mais importante que Jesus fez aos discípulos?
  • - Quantos pães os discípulos tinham?
  • - Quem deu os pães e os peixes à multidão?
  • - Cite mais um fato extraordinário feito por Jesus.
  • - Qual a principal lição que podemos tirar deste fenômeno?
  • - O que se entende por “pão espiritual”?
  • - Cite 3 virtudes que devemos multiplicar em nós.
  • - Cante uma música de evangelização que tenha a palavra: Peixe.

 Conforme sua turma, elabore as perguntas.
Usei as imagens abaixo para fazer os paezinhos e os peixinhos para entregar a quem respondia. Fiz pequenos, pois trabalho com jovens. Mas se fossem crianças de 5 anos, por exemplo, eu faria grandes os peixes e levaria os pães de verdade. O lúdico vai depender da idade.
 

www.cooperecomjesus.blogspot.com

Pesquisa no Blog...Músicas

Pesquisaram neste blog uma música sobre As Três Revelações. Tenho uma sobre a Primeira Revelação e para a Terceira Revelação, que se chama MESINHAS GIRANTES. O problema é que não tenho como passar a melodia. Mas, postarei as letras... 
Se quiserem, entrem em contato comigo por e-mail, que passarei meu telefone... e cantarei para que vcs gravem... este é um meio que utilizei muitas vezes para aprender uma música que não sabia... e deu muito resultado. Fiquem à vontade. Vamos lá...



PRIMEIRA REVELAÇÃO

REFRÃO - UM, DOIS, TRÊS
QUATRO, CINCO, SEIS,
SETE, OITO, NOVE
SÃO DEZ AS LEIS - BIS

COM MOISÉS EU APRENDI
COMO DEVO PROCEDER
POIS É TÃO SOMENTE ASSIM
QUE EU VOU VIVER

REFRÃO

AMAR À DEUS NOSSO PAI
AMAR A TODO IRMÃO
HONRAR MEU PAI MINHA MÃE
TER PURO O MEU CORAÇÃO

REFRÃO

(A autoria dessa música talvez seja de Frankilin Heibulth - Uberlândia)




MESAS  GIRANTES

NOS MEADOS DE 50
NO SÉCULO QUE SE PASSOU
O MUNDO INTEIRO SE AGITAVA
COM A NOVIDADE QUE CHEGOU

ERAM AS MESAS QUE GIRAVAM
DURANTE AS REUNIÕES
QUE DANÇAVAM E SE QUEBRAVAM
NAS EXPERIÊNCIAS DOS SALÕES

E AS PESSOAS PERGUNTAVAM
AS MAIS DIVERSAS QUESTÕES
E COLHIAM ENCANTADAS
BRILHANTES ANOTAÇÕES

REFRÃO

FALA MESINHA 
FALA MESINHA
E A MESINHA RESPONDEU
A MESINHA NÃO FALA
E QUEM RESPONDE AS PERGUNTAS
SOU EU

A RESPOSTA ENTÃO TRAZIA
PRA PROBLEMAS, SOLUÇÕES
MAS NINGUÉM AINDA ESTUDAVA
 AS MESAS ERAM SIMPLES DIVERSÕES

HOUVE ENTÃO UM PROFESSOR
QUE DENTRE OUTROS SE DISTINGUIU
COORDENOU OS TAIS ENSINOS
O SEU NOME RIVAIL

E AS MESINHAS SE TORNARAM
DA DOUTRINA O PONTO DE PARTIDA 
E LEGARAM À HUMANIDADE
O ROTEIRO CERTO 
PARA A NOSSA VIDA

REFRÃO

(Desconheço o Autor)





Comunicado...


Amigos
Poderei ajudar mais se entrarem em contato comigo através da caixinha de diálogo que tem ao lado neste blog (Mural de Recados). Fiquem à vontade para conversar comigo, e talvez eu esteja on line... assim, quem sabe,  poderei ajudá-los no mesmo momento. 
Portanto escrevam algum recadinho ... se quiserem, me enviem seu e-mail que responderei. O meu e-mail está no mural citado acima. 
Fiquem com Deus!!! Espero por vocês!



Aula - Árvore Genealógica

Olá amigos! Ontem pesquisaram neste blog sobre "Árvore Genealógica", e não encontraram infelizmente. Mas hoje posto alguns modelinhos bem graciosos para serem aplicados nas Aulinhas de Evangelização - Família. Espero ter ajudado. Beijinhos!! 



"Escreva o seu nome.
Depois, ao lado do seu, escreva o nome dos seus irmãos.
Ligue os retângulos com os nomes e faça 2 retângulos em cima.
Esses retângulos servirão para identificar os seus pais.

A partir daí, o esquema é sempre do mesmo jeito.

Faça sempre 2 retângulos em cima de cada pessoa para identificar os pais dela.
Ou seja, os pais dos seus pais, serão seus avós. Lembre-se de fazer os avós paternos e maternos.
Os pais dos seus avós serão os seus bisavós. Maternos e paternos.
Agora você pode ir expandindo a sua árvore genealógica até onde quiser." Julieta

Teatro - Palavrinhas Mágicas



TEATRO DE FANTOCHE

             AS PALAVRINHAS MÁGICAS

NARRADOR:Era uma vez um menino chamado Juquinha que morava com sua mãe e seu avô Tito numa cidadezinha muito bonita. Juquinha era um menino que adorava travessuras. Era um menino muito levado e sem educação.

CENA: Abre a cortina,entra Juquinha e se apresenta.

JUQUINHA: Oi pessoal! Eu sou o Juquinha e não gosto mesmo de fazer gracinhas para ninguém. Quando eu quero, quero. Faço sempre tudo que me dá na cabeça e não preciso de ninguém. Ainda mais agora que mamãe viajou e vovô é muito velho para brigar comigo. Ah!Ah!Ah! 

NARRADOR: Perto dali Mariazinha brincava com o seu amiguinho Pedrinho.

CENA: Abre a cortina e as duas crianças brincam de A-BO-LE-TA. Eles param de brincar e se apresentam e cumprimentam as crianças.

MARIAZINHA: Pedro com tantas crianças bonitas, que tal todos nós brincarmos de cantar?

PEDRO: Boa idéia Maria! Está um lindo dia e eu adoro cantar. Vamos todos cantar amiguinhos?

CENA: Os dois cantam: Oi tudo bem? Você precisa de um amigo....
Quando a música, termina entra Luiza com uma bola, se apresenta e chama os amigos para brincar.

LUIZA: Oi pessoal, eu sou Luiza, Pedro vamos brincar de bola?

CENA:Quando começam a brincar entra Juquinha empurrando as crianças,

JUCA: Me dá a bolsa que eu quero brincar.
LUIZA: Não, nós estamos brincando.
JUCA: Eu quero a bola só para mim.
PEDRO: A bola não é sua.
JUCA: Me dá senão eu estouro.
MARIAZINHA: Não faça essa maldade Juquinha.
JUCA: Faço sim. (estoura a bola e sai rindo).

CENA: As crianças saem chorando e a cortina se fecha. Toca uma música “Fazer o Bem”. Abre a cortina e Juquinha está cantarolando quando entra o vovô Tito.

VOVÔ: Juquinha, preciso lhe dar uma notícia muito triste. Sua mãe estranhou o clima lá da cidade onde ela foi, adoeceu e está no hospital. Eu sou muito velho para levar você, pois o lugar é muito longe e eu não agüento viajar muito tempo sentado. O que vamos fazer?

JUCA: (chorando) Não se preocupe vovô, vou chamar a turma para ir comigo.

CENA: Saí o avô e Juca fica a procura dos amigos.

JUCA: Maria! Pedro! Luiza! Onde estão vocês? Vocês vão ter de me ajudar! Depressa! Agora!

CENA: Entram as crianças.

MARIA: O que você quer Juca?
JUCA: Preciso viajar para ver minha mãe e não posso ir sozinho. Vocês vão comigo, já resolvi!

CENA: As crianças se reúnam e cochicham.

MARIA: Juca, você é sempre mal com a gente, e agora é a nossa vez. Nós não vamos não.

CENA: As crianças saem rindo e Juca fica chorando.

JUCA: Eu não vou conseguir ver minha mãezinha...

CENA: Entra o avô.

TITO: O que houve meu filho?
JUCA: As crianças não querem me ajudar!
TITO: Mas porque? Você explicou tudo? Você pediu?
JUCA: Eu falei e só. Não peço nada a ninguém, eu mando.
TITO: Não, Juquinha, você está errado. Jesus nos ensinou a amarmos todos como irmãos e não é assim que devemos tratar nossos irmãos. Devemos sempre ser humildes, caridosos, amáveis e fazermos sempre o bem, pois assim teremos sempre o bem de volta e Jesus que está sempre conosco ficará muito feliz também.
Aprenda a usar as palavrinhas mágicas que vou te ensinar: OBRIGADO, COM LICENÇA, POR FAVOR E DESCULPE. Com estas palavrinhas tudo será mais fácil para você.
Vamos cantar criançada?
Obrigado para agradecer....

JUCA: Obrigado vovô, não vou esquecer. Vou correndo procurar meus amiguinhos.

CENA: Sai Juca e entram as crianças.

TITO: Porque vocês não ajudaram Juquinha a ir ver a mãe dele?
PEDRO: Porque ele é levado e sem educação!
TITO: Mas vocês estão errados, se esqueceram também das palavrinhas mágicas que são: caridade, perdão e amor. Estas palavrinhas quem nos ensinou foi JESUS, por isso jamais devemos esquecê-la. Pense, nisso....

CENA: Sai o vovô e as crianças ficam a pensar.

MARIA: Acho que ele tem razão.
PEDRO: É, coitado do Juquinha.
LUIZA: Coitadinha da mãezinha dele!
MARIA: Acho que devemos ajudá-lo.

CENA: Entra Juca.

JUCA: Oh! Meus amigos! O vovô me ensinou a usar quatro palavrinhas mágicas e meus amiguinhos aqui me ajudaram a aprender uma música nova. Eu queria pedir desculpas a vocês. Por favor meus amiguinhos, me perdoem as maldades que fiz me ajudem a ir ver a minha mamãe. Eu prometo de que agora em diante vou ser um bom menino.

CENA: Todos se abraçam e dizem:

TODOS: Claro que vamos ajudá-lo Juquinha!

MARIA: Hei, mas tem uma condição:

JUCA: Qual?
MARIA: Que você nos ensine a música nova.

JUCA: Ah! Isso é fácil, não é garotada? Vamos lá... 

PALAVRINHAS MÁGICAS
                                                                                              Delmer - Goiânia/GO
                                               VAMOS APRESENTAR... AR... AR
AS PALAVRINHAS MÁGICAS - BIS

BOM DIA, OBRIGADO, COM LICENÇA, FAÇA O FAVOR
O PAPAI É UM AMOR
E A MAMÃE É UMA FLOR... OR...OR...

TCHU, TCHU, TCHU, TCHU....fazer "chuvinha de amor com as mãozinhas (7 VEZES) 
TCHA, TCHA, TCHA --- COM PALMAS - BIS

Obs: Pode-se adaptar para encenar com as próprias crianças.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Arte e Espiritismo - Lembrancinha com Palito de Picolé

Lembrancinha com palito de picolé


É super fácil e faz uma apresentação divertida para o Dia dos Pais. Pronto para chegar a ele?
Primeiro pegue seus materiais: palitos de sorvete (eu tenho os gordos) cola branca scotch tape exacto faca bonito da foto do seu marido e seus filhos...

Agora, as instruções super fácil:
1. Lay out 8-9 lado a lado palitos de picolé e até mesmo na parte superior. (Isso realmente levou várias tentativas Lydia.)

2. Coloque 2 grandes pedaços de fita adesiva em toda a parte superior e inferior. Em seguida, flip-la mais.

3. Do lado não-gravada, cola uma foto para os palitos de picolé. Certifique-se de colocar cola nas bordas! Coloque em um livro pesado (ou um bule de café, como fizemos!) Até que seque. Uma vez que é secas, puxe a fita scotch fora da parte traseira.

4. Use um estilete para cortar os palitos de sorvete à parte. Eu tentei fazê-lo na parte de trás assim que eu poderia siga as linhas de os palitos de picolé mas era difícil para obter o faca através de-lo. Então, peguei um palito de picolé extra e usou-a como uma linha na frente. Isso foi muito mais fácil!

5. Voila! Eles não são fofos? Nós empilhados nossa up e os amarraram com fitas. Eu não posso esperar para dar-lhes ao meu marido no dia de pai. Eu não sei o que ele vai fazer com eles depois, talvez nós vamos mantê-los como um quebra-cabeça personalizado divertimento!

Dinâmicas - Integração, História e Virtudes

Dinâmicas de Integração
Excelentes para os primeiros dias de aula e têm como objetivo:
·                  que os participantes se apresentem;
·                  que memorizem os respectivos nomes:
·                  que iniciem um relacionamento amistoso;
·                  que se desfaçam as inibições;
·                  que falem de suas expectativas.

1) Eu sou... e você, quem é?
Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.

2) Apresentante:
Material Necessário: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.
Propor aos participantes apresentarem- se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.

3) Alô, alô!
Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.

4) Procurando um coração...
Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.

5) Abraçando amigos
Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todos participem.


6) Quando estiver...
Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase.Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..".O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."

7) Apresentação
Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.

Autoria: Patricia Fonte - Da Apostila Dinâmicas & Jogos Cooperativos PPD.



Dinâmica: História feita por todos



Esta dinâmica cabe em muitos temas: Responsabilidade, Amizade, Livre-Arbítrio... Cabendo adaptações, é bem flexível!

Material: a maior quantidade possível de objetos diferentes uns dos outros, como um rádio velho, flores, peças de roupas, caixas, ferramentas, material escolar, telefone, brinquedos, livros, desenhos, dentre outros. O número de objetos deve exceder muito o número de participantes. Pense em materias conforme a idade e evite qualquer um que possa expor o evangelizando a qualquer perigo de se machucar ou se assustar. Pense também conforme o tema que está desenvolvendo. E principalmente: seja coerente! Não leve absolutamente nada que tenha conotação com violência ou que entram em choque com os princípios fundamentais de nossa doutrina.

Desenvolvimento: Colocar os objetos em cima de uma mesa e dizer aos participantes que farão juntos uma história, pegando um dos objetos e falando dele nesta história. Começar pelo evangelizador, que vai pegar um objeto qualquer e começar uma estória que contenha este objeto. Então, ele para a narrativa em um ponto, para que um evangelizando vá até a mesa, pegue um objeto e coloque-o na história, também.
Um por um dos participantes vai pegar um objeto de sua escolha e continuar a história com aquele objeto.
Conduzi-los de modo que, se quiserem, participarão mais de uma vez. Também é aconselhável que o evangelizador, de quando em vez, faça mais participações para conduzir a história. Conduzir sutilmente, também, quando a história deve acabar.

Objetivo: Através desta brincadeira, pode-se mostrar aos evangelizandos que nossa história sempre está recebendo “contribuições” de outras pessoas. Mas somos nós que selecionamos quais os tipos de contribuições que aceitamos em nossa história. Por outro lado, estamos sempre "contribuindo" com as histórias alheias e devemos ter bastante responsabilidade em nossas "participações". Pode-se mostrar que somos autores de nossa história, cada um de nós. É uma boa brincadeira, também, para se observar os evangelizandos, pois acabam colocando algo muito íntimo deles na história, como seu conhecimento, seus sonhos, suas frustações. Avalia-se, também, o nível de criatividade e como entendem, na prática, temas como reencarnação, livre arbítrio, etc.
Muito legal e serve para várias idades, inclusive os pequeninos. Fica bastante engraçada a narrativa também e as crianças ou jovens gostam bastante.


Dinâmica: As virtudes escondidas




Tema sugerido: Influência dos Espíritos em nossa Vida, mas ela cabe em diversos outros temas.

Material: Papeis onde estejam escritas virtudes no tamanho em que possam ser colocados na testa de cada evangelizando, e alguma coisa para fixar estes papeis. Pode ser uma fita crepe, ou, caso algum evangelizando tenha alergia, então melhor colocar um elástico para ser fixado em volta da cabeça, igual aquelas máscaras, porém na testa.

Desenvolvimento: Colar na testa de cada participante um papel com virtude. Instruí-los a não dizer um para o outro o que está escrito, pois um verá o papel do outro, mas não verá o próprio papel. Pedir a turma para dar três dicas para um membro selecionado sobre a virtude que está no papel. Fazer isso de um a um até que todos saibam qual é a virtude que está colada em si.

Agora, deixa eu falar porque usei esta dinâmica para o tema Influência dos Espíritos. Porque toda vez que falamos nesse tema, temos o vício de falar apenas o lado negativo e em evangelização, devemos buscar sempre os aspectos positivos dos temas. Então, eu disse às crianças que estamos sempre influenciando uns aos outros e nos ajudando a descobrir, uns nos outros, os tesouros que temos "escondidos" em nosso íntimo. Os amigos são espíritos que influenciam em nossa vida. Os pais, os professores, os educadores, os mentores espirituais, os amigos espirituais... Bem como nós também somos espíritos influenciando outros espíritos e devemos ter bastante responsabilidade na influência que exercemos. Falamos também no trabalho dos mentores espirituais sempre nos ajudando a desenvolver nossas virtudes, influenciando mas sem nos tirar a liberdade de agir.


Está aí! Fácil, fácil de fazer e nos permite introduzir o tema com muita riquesa. Recomendo a obra "Pensamento e Vida" de Emmanuel, para auxiliar nesta introdução do tema. As obras de André Luiz também tem um vasto número de exemplos de influência positiva, que podemos fazer como referência prática neste tema, aproveitando a dinâmica.



Dinâmica - As 3 Revelações

Dinâmica de Aula - Desenho Revelado – 

Tema: As três Revelações


      O evangelizador escreverá antecipadamente  em uma cartolina branca  (três), usando giz de cera branco, a palavra REVELAÇÃO, e abaixo, LEI DE JUSTIÇA, LEI DE AMOR, LEI DE VERDADE, com letras bem grossas.
Preparará também um pouco de  tinta guache de cor bem viva, mas muito rala; e um pincel.
Ao iniciar a aula, mostrará para as crianças a cartolina, perguntando-lhes se podem ler o que está escrito ali.
Como elas terão dificuldade para fazê-lo, dirá então que  irá revelar, ou seja, tornar claro, fazer aparecer as palavras escritas ali.
Pincelará, então, com a tinta guache a palavra revelação, o papel ficará colorido, e as letras que não "pegarão" a tinta, aparecerão em branco.
Não revelar as outras palavras, (as leis) por enquanto. Fazê-lo à medida que expor o tema,ou as revelações.
Comentar  rapidamente, antes de começar a exposição que revelar significa: Tornar Visível, fazer aparecer,  tornar claro,  e que o estudo do dia versará sobre algumas revelações importantes para o nosso progresso espiritual.