" A missão do Espiritismo é Evangelizar! Quando Ensina - Transmite! Quando Educa - Disciplina! Quando Evangeliza - Salva!" Amélia Rodrigues
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Caixinha de beijos
Postado por Luciene Miranda BeherabordeCerto dia um homem chegou em casa e ficou irritado com sua filha de três anos.
Ela havia apanhado um rolo de papel de presente dourado e literalmente desperdiçada fazendo um embrulho.
Como o dinheiro andava curto e o papel muito caro,ele não poupou recriminações para a garotinha, que ficou triste e chorou.
Naquela noite o pai descobriu num canto da sala, um embrulho dourado não muito bem feito.
Na manhã seguinte, logo que despertou, a menina correu para ele com o embrulho nas mãos, abraçou forte seu pescoço, encheu seu rosto de beijos e lhe entregou o presente.
-Isto é para você, paizinho! Foi o que ela disse.
Ele sentiu-se muito envergonhado com sua furiosa reação do dia anterior. Mas logo que abriu o embrulho, voltou a explodir. Era uma caixinha vazia. Gritou para filha:
-Você não sabe quando se da um presente à alguém a gente coloca alguma coisa dentro da caixa.
A criança olhou para ele, com os olhos cheios de lágrimas e disse:
-Mas papai, a caixinha não esta vazia.EU SOPREI BEIJOS DENTRO DELA. Todos são só para você, papai.
O pai quase morreu de vergonha. Abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou o caixa dourada ao lado de sua cama por anos. Sempre que se sentia triste, chateado, deprimido ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali!
Ela havia apanhado um rolo de papel de presente dourado e literalmente desperdiçada fazendo um embrulho.
Como o dinheiro andava curto e o papel muito caro,ele não poupou recriminações para a garotinha, que ficou triste e chorou.
Naquela noite o pai descobriu num canto da sala, um embrulho dourado não muito bem feito.
Na manhã seguinte, logo que despertou, a menina correu para ele com o embrulho nas mãos, abraçou forte seu pescoço, encheu seu rosto de beijos e lhe entregou o presente.
-Isto é para você, paizinho! Foi o que ela disse.
Ele sentiu-se muito envergonhado com sua furiosa reação do dia anterior. Mas logo que abriu o embrulho, voltou a explodir. Era uma caixinha vazia. Gritou para filha:
-Você não sabe quando se da um presente à alguém a gente coloca alguma coisa dentro da caixa.
A criança olhou para ele, com os olhos cheios de lágrimas e disse:
-Mas papai, a caixinha não esta vazia.EU SOPREI BEIJOS DENTRO DELA. Todos são só para você, papai.
O pai quase morreu de vergonha. Abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou o caixa dourada ao lado de sua cama por anos. Sempre que se sentia triste, chateado, deprimido ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali!
em Power Point
http://www.slideshare.net/jairowildgen/caixinha-de-beijos
Laços de família
Postado por Luciene Miranda BeherabordeI. OBJETIVO:
Levar o aluno a conscientizar-se que:
* a família é um laboratório de experiências reparadoras;
* o corpo procede do corpo, mas o espírito não procede do espírito;
* todos os familiares estão comprometidos perante os códigos divinos pelo passado espiritual.
II. INCENTIVAÇÃO:
Narrar a história Filha Rebelde, do livro Pontos e Contos, de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Irmão X, pg 177.
Emilinha, a filha mais velha de D. Matilde, era muito rebelde. Sempre que sua mãe lhe dava conselhos, ela reagia com ironia.
- Minha filha, dizia-lhe D. Matilde, você precisa cuidar mais da sua parte espiritual e orientar seus sentimentos à luz do Cristo. A vida na Terra oferece muitas surpresas e as almas desprevenidas costumam cair desastradamente. É preciso vigiar e orar...
- Ora, mamãe, não preciso de sermões encomendados. Fique tranqüila. Seus conselhos são muito antiquados, a senhora não conhece as reviravoltas do mundo. Sou dona da minha vontade, faço o que bem entendo.
- Sim, Emilinha – insistia a mãe paciente. Eu sei que você é senhora de si, mas o cuidado materno me obriga a lhe esclarecer, ainda que você não aceite as minhas opiniões. Quem é mãe sofre muito para cuidar de seus filhos...
- Por que você gosta de sofrer? - exclamava a filha, fazendo a mãe chorar.
D. Matilde, viúva, com três filhas solteiras, já não sabia mais o que fazer. Trabalhava muito para sustentar sua família, sujeitava-se a empregos mal remunerados, chegando até a comprometer sua saúde pelo excesso de obrigações.
As duas filhas mais novas compreendiam os seus sacrifícios, mas Emilinha tratava-a de maneira muito rude, sem a menor consideração. Diante de estranhos, ela tratava sua mãe tão mal que a nobre senhora se mantinha em silêncio, humilhada.
Quando D. Matilde voltava das reuniões evangélicas, a filha debochava :
- Não é que a senhora agora se dedica só à teologia? Só fala em religião!
- Ah! Minha filha! – respondia a mãe - não sorrias da verdade, para que mais tarde ela não venha a sorrir de ti. Lembra-te de nossos compromissos para com Jesus!
- A senhora parece um sacerdote! Não concordo com as suas teorias de reencarnação e sobrevivência da alma... Nós não passamos de experiência biológica da Natureza. O resto todo é ilusão, fanatismo...
D. Matilde, observando o endurecimento da filha, parou de argumentar e deixou que Emilinha levasse a vida à sua maneira.
Porém, o tempo, a dor e a morte são cobradores da realidade. Chegou o dia em que a mãe e as filhas foram reconduzidas à vida espiritual, além do túmulo.
Emilinha, porém, agora afastada do grupo familiar, experimentava grandes provações em círculo de sombras. Era freqüentemente visitada pela mãe generosa, mas não identificava a sua presença, nem lhe ouvia a voz encorajadora, pois trazia em sua mente negras visões e vozes angustiadas.
Anos se passaram e chegou o momento de D. Matilde reencarnar. Ela não queria deixar a filha sem o seu amparo direto e orou para o Alto, pedindo ajuda. Logo veio a resposta divina. Emilinha conseguiu ver sua mãe pela primeira vez. Emocionadas, elas se abraçaram, cheias de alegria. D. Matilde lhe contou que precisava retornar à Terra, para continuar com suas tarefas. Emilinha pediu-lhe, então, para ser novamente sua filha.
- Se o Senhor permitir, terei muita alegria em reconstituir o nosso velho lar,
- Prometo compreendê-la desta vez, falou a filha em pranto.
- Pediremos esta bênção, respondeu a mãe, beijando-a, carinhosa.
Neste instante, o dirigente espiritual fez-se visível, cumprimentou D. Matilde atenciosamente, enquanto Emilinha se punha a seus pés, suplicando:
- Emissário de Jesus, que conhece os meus padecimentos, ajudai-me, para que eu possa voltar à Terra em companhia de minha mãe. Ela vai reencarnar e, se concordares, poderei segui-la, para ser recebida novamente em seus braços maternais... Pelo amor de Deus, permiti a minha volta!
O dirigente olhou para Emilinha fraternalmente e falou:
- No momento, minha irmã, não lhe será possível retirar-se daqui. Você ainda precisará desgastar por alguns anos o envoltório inferior que criou para si mesma. No entanto, mais tarde, você poderá viver ao lado de Matilde, receber-lhe as palavras carinhosas e ouvir-lhe os conselhos cristãos.
Emilinha não cabia em si de contente. Elevou as mãos aos céus e exclamou:
- Graças a Deus!
O dirigente espiritual, porém terminou:
- Porém, você não poderá voltar como filha de Matilde, pois não fez por onde merecer. Você retornará ao mundo como criada humilde da sua residência, para que, na verdadeira condição de obediência, aprenda a valorizar o tesouro que Deus lhe deu.
Baseado na história acima, respondam:
R: D. Matilde era simples e religiosa, ao passo que Emilinha era materialista, orgulhosa.
R: Ela se preocupava com a parte espiritual da filha.
3. Quando D. Matilde alertava à filha sobre a necessidade de se viver de acordo com os preceitos do Cristo, o que Emilinha dizia?R: Que ela não precisava dos sermões encomendados. Ela dizia que era dona da sua vontade e que os conselhos da mãe eram antiquados.
R: Emilinha, em tom de deboche, dizia que a mãe só sabia falar em religião, que parecia até um sacerdote. Ela também não acreditava em reencarnação.
R: Vivia de acordo com os seus caprichos, só pensava nos seus prazeres.
R: Emilinha ficou afastada da mãe, nas regiões mais inferiores, mas D. Matilde sempre a visitava, encorajando-a.
7. Após vários anos na erraticidade, D. Matilde quis reencarnar, mas ela ficou preocupada com Emilinha e pediu ajuda aos benfeitores espirituais. O que aconteceu?R: Ela conseguiu um encontro com a filha. Foi um contentamento muito grande para as duas.
R: Que ela ainda precisaria ficar mais tempo naquela região. Mais tarde poderia voltar para o lado de D.Matilde, não como filha, mas como criada humilde de sua residência, para que, na verdadeira condição de obediência, pudesse valorizar o tesouro que Deus lhe havia dado.
III. DESENVOLVIMENTO:
R: É porque a filha é um Espírito que traz de vidas passadas suas imperfeições e qualidades, não os herda de seus pais. Os pais só dão aos filhos suas características físicas (olhos, cabelos, traços do rosto, estatura, etc). O caráter e a inteligência são próprios do Espírito.
R: “Ao contrário: a influência que exercem é bem grande. Os Espíritos têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Por isso, o Espírito dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Isto é uma tarefa para os pais, que serão culpados se vierem a falhar em seu desempenho.”(L.E.208)
R: “As duas coisas. A Natureza deu à mãe o amor a seus filhos com o objetivo da conservação deles. No animal, porém, este amor fica limitado às necessidades materiais mais imediatas e cessam quando os cuidados não são mais necessários.
No homem, este amor dura a vida inteira, e este devotamento representa uma virtude. O amor paternal sobrevive mesmo à morte e acompanha o filho até no além-túmulo. Daí se vê que o amor dos homens é muito diferente do amor dos animais.” (L.E.890)
4. Se o amor materno é da Natureza, como ocorrem casos em que existem mães que odeiam filhos, muitas vezes desde a infância?R: “Às vezes é uma prova que o Espírito do filho escolheu, ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai, ou mãe perversa, ou mau filho, em outra existência (L.E.392).
Em todos os casos, a mãe má não pode deixar de ser animado por um mau Espírito que procura criar embaraços ao filho, a fim de que ser reprovada nesta prova que escolheu.
Mas esta violação das leis da Natureza não ficará sem justiça e o Espírito do filho será recompensado pelos obstáculos que conseguiu superar.” (L.E.891)
5. Por que é que, de pais bons e virtuosos, nascem filhos de natureza perversa? Por que é que as boas qualidades dos pais nem sempre atraem, por simpatia, um bom Espírito para reencarnar como seu filho?R: “Não é raro que um mau Espírito peça que lhe sejam dados bons pais, na esperança de que seus conselhos o encaminhem por melhor rumo e muitas vezes Deus lhes concede o que deseja.” (L.E.209)
R: “ Não. Retornamos aos lares de nossos desafetos, para aprendermos a nos amarmos. Mas também pode acontecer de espíritos simpáticos, ligados por relações anteriores, reencarnarem na mesma família e que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena”.
7. Então, o filho ingrato, o marido irresponsável, o pai desajustado, a mulher leviana são instrumentos que Deus colocou à nossa frente para podermos evoluir?R: Sim. Desta forma, devemos ter paciência e perdoar o filho ingrato. Devemos ter indulgência com o pai que não corresponde às nossas expectativas. Devemos agir com compreensão e desculpar o esposo ou esposa irresponsáveis, porque todos, em outras vidas, se magoaram, se feriram e agora aqui estão juntos, para aprenderem a se amarem e a cumprirem a lei do Divino Criador.
R: “Sim. Uma escola em que aprendemos a amar os nossos desafetos, a nos corrigir, a tolerar as imperfeições do outro e, sobretudo, a perdoar. A vida incessante e a família carnal são experiência transitórias em programação que tem por finalidade a família universal.”
IV. FIXAÇÃO DO CONTEÚDO:
Debate: Contar uma história de um casal que morava no interior, e tinha um único filho, a quem maltratavam muito, obrigando-o a trabalhar de sol a sol na lavoura. Quando este filho cresceu, fugiu de casa e foi para uma cidade grande, onde estudou, formou-se em direito e começou a ter muito sucesso em sua vida profissional. Envergonhado de sua origem, nunca mais voltou à sua cidadezinha, limitando-se a enviar sempre dinheiro para os seus pais.
Dividir a classe em duas turmas: uma deve defender o rapaz e outra deve acusá-lo de seu comportamento para com os pais.
V. PROCEDIMENTO DIDÁTICO:
Exposição dialogada
VI. RECURSOS
Livros, transparência ou papelógrafo
VII. BIBLIOGRAFIA
Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos – Questões 205, 208, 209, 385, 392, 891
Franco, Divaldo Pereira – SOS Família – por Joanna de Angelis e outros espíritos
Xavier, Francisco Cândido – Pontos e Contos, pelo espírito Irmão X
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A BOA ÁRVORE É AQUELA QUE DÁ BONS FRUTOS
Postado por Luciene Miranda BeherabordeLevar a criança a refletir que, a prática de boas ações torna as pessoas que as praticam, igualmente boas, evitando assim culpa, mágoas e desentendimentos.
Mostrar uma tábua lisa, martelo, alicate e alguns pregos, explicando que haverá uma demonstração com a participação de todos.
Contar a seguinte estória:
A TÁBUA
Jeferson era um menino muito bagunceiro, respondia a tudo que seus pais lhe falavam, tornando sua casa um local de muita confusão. Seus pais tinham muita paciência com ele, dando-lhe conselhos com muito amor, porém ele nem se importava, continuava com suas malcriações.
Um dia seu pai o chamou e fez a seguinte proposta:
- Filho, eu percebo que você não tem a menor idéia de como está sendo o seu comportamento. Mas pensei em algo que poderá mostrar-lhe muito bem. É uma brincadeira, mas poderá ajudá-lo muito. Veja, tenho aqui uma tábua, nova, lisa e bonita. Todas as vezes que você me desobedecer ou tiver uma ação indevida espetarei um prego nela.
Pobre tábua! Em breve estava toda crivada de pregos! Mas, cada vez que ele ouvia seu pai batendo o martelo, sentia um aperto por dentro. Não era só a perda daquela tábua tão bonita, aquilo era também uma humilhação que ele mesmo se infringia.
Até que um dia, quando já havia pouco espaço para outros pregos, Jeferson foi correndo fazer uma confissão a seu pai:
- Pai, não estou gostando de ver uma tábua tão bonita toda cravada de pregos. Desejo, de todo coração, vê-la nova e bonita de novo!
- Podemos tentar uma coisa, meu filho, cada vez que você se comportar bem e praticar uma boa ação, eu arranco um prego. Vamos experimentar!
Os pregos foram desaparecendo até que, ao fim de certo tempo, não havia nenhum. Mas ele não ficou contente:
- Pai, eu reparei que a tábua, embora sem os pregos, não é mais a mesma, ficou com as marcas deles!
- É verdade, meu filho, os pregos desapareceram, porém as marcas nunca poderão ser apagadas. Acontece o mesmo com o nosso coração. Cada má ação que praticamos deixa nele uma marca feia. E mesmo que deixar-mos de cometer a falta, a marca fica lá: é a culpa; que marca não só os nossos corações como também , o das pessoas a quem prejudicamos.
A partir desse dia, Jeferson nunca mais se esqueceu daquela tábua destruída por aqueles pregos. Passou a tomar mais cuidado com sua atitudes, para que a sensação de culpa não marcasse daquela forma seu coração. Essa experiência o fez pensar muito, dando-lhe a certeza que uma vida digna e bem vivida poderá levar um coração, até o fim, a se manter livre de qualquer prego e das marcas consequentes.
Durante a contagem da estória, fazer uma pausa e perguntar às crianças para que citem algumas más ações que poderiam ter sido praticadas pelo garoto da estória. A cada citação, a criança prega um prego na tábua. Quando o personagem começar a praticar boas ações, a criança retira um prego da tábua. No final mostrar as marcas que ficaram na tábua, fazendo a comparação com as marcas deixadas no coração.
Pedir às crianças que reflitam sobre as boas e más ações, que acham estar praticando. Se quiserem comentar, deixar que falem, caso contrário, promover um momento de oração para que possam pensar e corrigir certas atitudes que não considerem conveniente.
São apenas sugestões. O evangelizador deve usar sua criatividade.
Boa Aula!
O jardim das amizades
Podemos comparar nossa vida com um imenso jardim.Para ver nosso jardim bonito, colorido e perfumado podemos plantar flores de diversos tamanhos e espécies.
Consideremos as flores como sendo os nossos amigos.Se quisermos que nossas flores cresçam bonitas, perfumadas e coloridas devemos cuidar com carinho e amor.
Assim como as flores do jardim, nossos amigos também merecem nosso carinho.Devemos aproveitar os momentos com nossos amigos brincando, sorrindo, falando de coisas boas e saudáveis.
Nos jardins, ás vezes surgem ervas que se aproveitam da terra boa e dos cuidados que damos ás flores e acabam crescendo e tomando conta do jardim.Na nossa vida também surgem sentimentos ruins que podem atrapalhar nossa amizade: a inveja, a maldade, a maledicência, a tristeza.
Assim, se queremos ver nosso jardim da amizade florido, colorido e perfumado, também devemos tirar as ervas daninhas e no lugar colocar nutrientes para deixar nossa amizade cada vez mais forte:carinho, esperança, união, paz, alegria.
Vamos nos tornar os melhores jardineiros que pudermos ser e fazer de nossas vidas os jardins mais floridos, coloridos, perfumados que pudermos ter!!!
Atividade:
A medida que contar a história fazer um jardim da amizade, brincando com as crianças.
Atividade complementar:
Também podemos pedir as crianças para desenharem ou colarem flores num papel fazendo seu próprio jardim da amizade, dando nome aos amigos
http://evangelizaresaberamar.blogspot.com/
Podemos comparar nossa vida com um imenso jardim.Para ver nosso jardim bonito, colorido e perfumado podemos plantar flores de diversos tamanhos e espécies.
Consideremos as flores como sendo os nossos amigos.Se quisermos que nossas flores cresçam bonitas, perfumadas e coloridas devemos cuidar com carinho e amor.
Assim como as flores do jardim, nossos amigos também merecem nosso carinho.Devemos aproveitar os momentos com nossos amigos brincando, sorrindo, falando de coisas boas e saudáveis.
Nos jardins, ás vezes surgem ervas que se aproveitam da terra boa e dos cuidados que damos ás flores e acabam crescendo e tomando conta do jardim.Na nossa vida também surgem sentimentos ruins que podem atrapalhar nossa amizade: a inveja, a maldade, a maledicência, a tristeza.
Assim, se queremos ver nosso jardim da amizade florido, colorido e perfumado, também devemos tirar as ervas daninhas e no lugar colocar nutrientes para deixar nossa amizade cada vez mais forte:carinho, esperança, união, paz, alegria.
Vamos nos tornar os melhores jardineiros que pudermos ser e fazer de nossas vidas os jardins mais floridos, coloridos, perfumados que pudermos ter!!!
Atividade:
A medida que contar a história fazer um jardim da amizade, brincando com as crianças.
- Precisa de uma lata ou caixa (mais ou menos 20/20 cm) forrada com papelão grosso ou esopor.
- Fazer flores de e.v.a ou papel cartão presas num palito de pirulito ou espetinho(para fixar no esopor ou papelão).
- Com papel cartão fazer "ervas-daninhas" escrito: Maldade, Maledicência,Tristeza...
- Separar saquinhos de plástico ou papel ou tecido com confeites ou papel picado escritos:Paz, Alegria, Amor...
- E um regador de papel cartão escrito Dedicação.
- Usar o jardim das amizades para enfeitar a salinha de aula!
Atividade complementar:
Também podemos pedir as crianças para desenharem ou colarem flores num papel fazendo seu próprio jardim da amizade, dando nome aos amigos
http://evangelizaresaberamar.blogspot.com/
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
A Criança e o Prazer de Ler
Muitos estudiosos têm destacado a importância de introduzir a leitura no dia-a-dia da criança. Segundo Richard Bamberger(1), se conseguirmos fazer com que a criança tenha sistematicamente uma experiência positiva com a linguagem, estaremos promovendo seu desenvolvimento como ser humano.
Já falamos do valor da leitura, não só para o aumento do conhecimento, mas da observação de aspectos da vida e da capacidade de comunicação com o mundo. Mesmo sabendo disto, muitas pessoas não são leitoras habituais, hoje em dia.
Muitos de nós desenvolvemos aversão pela leitura porque nossos professores nos obrigavam a ler textos sem grande interesse para nós, associando esta tarefa a trabalhos e notas. Foram, quase sempre, experiências negativas.
Uma das maneiras de incentivar a criança a ler é propiciar-lhe experiências positivas não só com a leitura mas, estendendo o pensamento de Bamberger, também com a literatura e com a linguagem.
Vejamos alguns exemplos:
Leitura: Ler com a criança pode ser um bom começo. Este pode ser um momento de grande prazer e troca afetiva. Também ajuda, se o adulto é um leitor habitual, tendo o livro como um bom companheiro, para que ela observe sua relação com o livro e também fique motivada a ler.
Literatura: Para gostar de livros, é preciso conhecê-los. O contato sensorial com o livro é muito importante. Por que não incluir uma boa livraria em nossos passeios com as crianças? Porque não levá-las a eventos de contadores de histórias? Por que não oferecer mais livros de presente, em lugar de tantas coisas descartáveis que elas costumam ganhar?
Linguagem: Fazer jogos com palavras e frases é um jeito divertido de desenvolver o gosto pelo mundo das letras e das palavras. As crianças não-alfabetizadas ou iniciando a alfabetização podem fazer jogos orais, como parlendas, rimas e trava-línguas. As que já lêem e escrevem têm um oceano de opções, além das que citamos: caça-palavras, cruzadinhas, desembaralhar as letras, forca, palavra-chave, etc.
Sugestões:
1. Jogo cooperativo: E-I-H-A-C-R-O-S. Com estas letras, forme o maior número possível de palavras. Vamos ver quantas nossa turma consegue? Faça o jogo individualmente, primeiro e, depois, em grupo, observando como juntos conseguimos mais que sozinhos.
2. Marca-páginas divertidos. Feitos em dobradura, eles vão ser um motivo a mais para a criançada gostar dos livros.
Lendo Aprendemos
“Bendito o que semeia livros.” – Castro Alves
É um valioso chamado a todas as crianças para a vivência do amor e da caridade.
Peixinho Vermelho
Autor: Roque Jacinto
No Grande Lago que ficava no centro de um grande jardim vivia um Peixinho Vermelho e uma grande população de peixes. Depois de uma eleição para um novo rei a vida no lago ficou bem diferente. Com auxílio de um novo “amigo”, o Peixe Estrela, o nosso amiguinho o Peixinho Vermelho descobriu a possibilidade de outra vida, e para encontrá-la somente com muito estudo! E através do estudo é que podemos aprender e descobrir com o Peixinho Vermelho!!!
No Grande Lago que ficava no centro de um grande jardim vivia um Peixinho Vermelho e uma grande população de peixes. Depois de uma eleição para um novo rei a vida no lago ficou bem diferente. Com auxílio de um novo “amigo”, o Peixe Estrela, o nosso amiguinho o Peixinho Vermelho descobriu a possibilidade de outra vida, e para encontrá-la somente com muito estudo! E através do estudo é que podemos aprender e descobrir com o Peixinho Vermelho!!!
Cartilha do Bem
Autor: Chico Xavier
Espírito: Meimei
“Quem sabe melhora a vida: Aprender é iluminar. O mundo é bendita escola: Vamos todos estudar.” Através da Cartilha do Bem, o espírito Meimei nos convida com as mãos trabalhar para o bem propagar, crianças e adultos. E com os exemplos do Mestre Jesus seguir pelos caminhos da Luz, sempre em sintonia com servidores do bem! Para que a felicidade no mundo possamos edificar.
Espírito: Meimei
“Quem sabe melhora a vida: Aprender é iluminar. O mundo é bendita escola: Vamos todos estudar.” Através da Cartilha do Bem, o espírito Meimei nos convida com as mãos trabalhar para o bem propagar, crianças e adultos. E com os exemplos do Mestre Jesus seguir pelos caminhos da Luz, sempre em sintonia com servidores do bem! Para que a felicidade no mundo possamos edificar.
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